quinta-feira, 7 de abril de 2022

RAMTÍS FALA SOBRE A BESTA APOCALÍPTA. (Parte I) ( Extraído do livro Mensagens do Astral pelo Espírito Ramatís, mediunidade de Hercílio Maes)

RAMTÍS FALA SOBRE A BESTA APOCALÍPTA. (Parte I)

( Extraído do livro Mensagens do Astral pelo Espírito Ramatís, mediunidade de Hercílio Maes)


Nenhuma descrição de foto disponível.RAMTÍS FALA SOBRE A BESTA APOCALÍPTA. (Parte I)

( Extraído do livro Mensagens do Astral pelo Espírito Ramatís, mediunidade de Hercílio Maes)

Pergunta: - Qual o simbolismo que encerra a figura da "Besta", descrita no livro do Apocalipse, que faz parte da Bíblia?

Ramatís: - A figura da Besta, descrita por João Evangelista no último livro que faz parte da Bíblia, intitulado "Apocalipse", é um simbolismo do desregramento a que há de atingir o vosso mundo, conjugando-se a todas as paixões inferiores e formando uma só consciência coletiva, composta das criaturas invigilantes. Simboliza um comando pervertido, ou seja a dominação por parte de um grupo que submeterá aos seus caprichos determinada quantidade de seres.
A Besta assemelha-se a um cardume de peixes, a um bando de gafanhotos ou a uma alcatéia de lobos, espécies coletivas do reino animal, que agem sob um mesmo caráter
instintivo, movendo-se pela ação diretora de um só psiquismo, com suas reações perfeitamente idênticas. É um agrupamento que difere dos conjuntos animais de mais
adiantamento, como os do cão, do gato ou do cavalo, em que se pode verificar a fragmentação da "consciência de grupo", pois alguns componentes dessas espécies revelam
reações, gostos e preferências nitidamente individuais. Há na espécie canina, por exemplo, certos tipos de animais que se distinguem do conjunto, revelando emoções à parte; há o cão
destemido, que ataca de frente, e há o cão traiçoeiro, vingativo, que agride pela retaguarda. Enquanto o cão pacífico festeja o seu dono, esquecido da surra que levou, outro guarda rancor para com ele e nunca mais se esquece do seu algoz! O noticiário dos jornais assinala por vezes a conduta de cães heróicos, nos campos de batalha, ou os casos daqueles que salvam crianças em perigo de afogamento; outros, como o cão que pertencia a Mozart,
morrem de saudade sobre o túmulo de seu dono!
A Besta apocalíptica representa, pois, a alma global e instintiva de todas as manifestações desregradas: ela age sorrateiramente sobre as criaturas negligentes e sempre
lhes ajusta as emoções contraproducentes, a fim de as incentivar para a insanidade, a corrupção e a imoralidade geral. O reinado da Besta, como o de Satanás, implica na
existência de súditos, que são os gozadores das bacanais lúbricas dos sentidos humanos e das paixões aviltantes, herdadas do animal.