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domingo, 25 de setembro de 2022

A relação entre a Transição Planetária, Ressonância Shumann e a expansão do nível de nossas consciências – parte 1

 

A relação entre a Transição Planetária, Ressonância Shumann e a expansão do nível de nossas consciências – parte 1

Duas órbitas planetárias rentes uma a outra.

Écada vez maior o número de pessoas que nos relatam, principalmente nos últimos cinco anos, que suas vidas estão mudando, que se sentem “diferentes” em vários aspectos – principalmente mental e emocionalmente – e dizem não saber o que está acontecendo! Algumas, inclusive, nos procuram assustadas com tantas mudanças “de uma só vez” em tão pouco tempo e pedem socorro porque acham que enlouqueceram!

As mudanças são parte integrante das leis cósmicas (divinas) de acordo com correntes metafísicas.Sabemos que, no período citado, muitos acontecimentos fizeram com que algumas pessoas procurassem por mudanças e adaptações em suas vidas. Mas, nesta reflexão, pretendemos falar sobre um tema que tem começado a ser mais divulgado nos grupos que falam sobre a Transição Planetária.

Há muitos anos, temos procurado nos atualizar sobre informações de mudanças que podem fazer uma grande “virada de chave” (uma guinada) quase repentina em comportamentos sociais. Mas gostamos especialmente dos fenômenos que ocorrem “nos bastidores”!

16px; margin: 0px 0px 30px;">Miniaturas de bonecos humanos. Ao lado, engrenagens.
leminuit de Getty Images Signature / Canva

E, dentre várias possibilidades de elementos que descreveriam essa virada de chave que está cada vez mais sendo relatada e percebida (em mídias, grupos, organizações etc.), uma em particular nos chamou muito a atenção: as alterações dos padrões das Ressonâncias Schumann.

Sim, isso mesmo, estamos tendo mudanças significativas “nos batimentos cardíacos” do Planeta Terra (ou Gaia, como alguns conhecem).

Esse carinhoso apelido de batimento cardíaco da Terra foi dado por alguns pesquisadores e canalizadores, já que essa ressonância foi constatada, em 1952, pelo físico alemão Winfried Otto Schumann, que observou o comportamento de ondas de parte da atmosfera, a cerca de 100 km da superfície até parte da ionosfera.

Nessa “camada”, foi observado um campo elétrico que tem uma variedade de ondas que, se combinadas de forma “adequada”, criam uma ressonância. Desde então, os cientistas descobriram que variações nas ressonâncias correspondem a mudança em aspectos climáticos, atividade no ambiente magnético da Terra, e, especialmente, quando ocorre um evento de mudança de comportamento na atividade solar e esta afeta/altera o comportamento da Ressonância Schumann.Não pretendemos aqui descrever com detalhes os aspectos científicos da Ressonância Schumann (chamaremos daqui para frente de “RS”), mas alguns detalhes são importantes para compreendermos a incrível relação que ela tem com mudanças que estão acontecendo!

16px; margin: 0px 0px 30px;">Uma ilustração do planeta terra e da Ressonância Schumann.
Reprodução / NASA

Experimentos mostraram que a frequência fundamental dessa ressonância é de aproximadamente 7,8 Hz (hertz), e as frequências harmônicas superiores são 14, 20, 26, 33, 39, 45 e 51 Hz. Essa frequência fundamental se manteve quase inalterada por um longo tempo, incluindo as demais. Entretanto, nas últimas décadas, essas harmônicas começaram a mudar.

Para que a gente possa entender o que está acontecendo de forma mais simples, vamos usar uma metáfora: imagine um coral cantando em tom de voz baixa, mantendo sempre a mesma entonação, todos os integrantes. Agora, o regente do coral passou a pedir que eles alterassem e aumentassem a entonação! Mas não por longo período, apenas quando o regente pede! E não todos os integrantes do coral: às vezes um, ou dois, ou três…

Então vamos ao que mais nos importa agora: nos últimos cinco anos, esse coral aí passou a “cantar” de forma diferente! Sim, a RS passou a entoar um coral mais “alto” com integrantes entoando mais alto de forma mais frequente!

Nós podemos verificar isso por meio dos gráficos que mostram o como esses picos de ondas, como o exemplo abaixo:

Hermeticus.net / Acervo Pessoal / Gil Gael

Neste gráfico, de forma simples e didática para que a gente possa entender e analisar o que acontece, as barras verticais identificam os picos de intensidade em hertz (eixo da esquerda) e a qualidade da amplitude (eixo da direita). A barra horizontal inferior mostra o horário dos picos, a depender da localidade do instituto no qual foi aferida a medição (isso é importante, porque não temos medidores de RS no Brasil, então há necessidade de conversão do fuso horário).

Especialmente a partir de 2017, as harmônicas da RS começaram então “uma nova canção”!

Isso porque as “cascatas” de picos começaram a se intensificar a partir desse ano. Muito mais ainda no final de 2021, e de lá até o momento presente (agosto de 2022).
Percebemos uma alteração, principalmente, na qualidade das amplitudes, em especial nas harmônicas 2, 3 e 4, que estão com picos que chegam a superar, em algumas situações, os 100 Hz!

No gráfico, os picos baixos são mostrados nas cores preta e azul; os médios, nas cores verde e amarela; e os mais elevados, nas cores vermelha e branca – visível mais na primeira imagem/gráfico do artigo.

Veja o gráfico abaixo para entender as “cascatas”:

Um aparelho que mostra um gráfico das intensidades de frequência da Ressonância Schumann.
Acervo Pessoal / Gil Gael

De acordo com alguns pesquisadores, esse aumento se deve a inúmeros fatores, todos praticamente relacionados com a Transição Planetária. Em especial, as mudanças climáticas e tectônicas do planeta e as atividades solares que estão diferentes.
A cereja do bolo aqui é que, para alguns especialistas, como por exemplo o Dr. Joe Dispenza (pesquisador/escritor estadunidense especialista em neurociência e meditação), o aumento de picos da RS tem grande impacto na influência do nosso nível de consciência.

De acordo com este especialista, “aumentos na frequência (picos da RS) criam aumentos na consciência, e, quando nossa consciência aumenta, temos maior consciência sobre o que está acontecendo a nossa volta (…) À medida que a Terra passa por sua metamorfose, talvez nós também tenhamos que passar por esse período de intensidade emocional relacionada às ondas cerebrais beta antes de entrarmos em uma nova consciência de estados de ondas cerebrais gama.

E isso não melhoraria nosso sistema nervoso e expandiria nossa percepção e consciência da realidade?”.

Em suma, quando a Terra “canta” de forma diferente, nosso estado mental e emocional acompanha! Isso não é espetacular? Mais ainda: você pode contribuir e cocriar uma “canção” junto a Gaia para mudar a realidade para algo totalmente novo, incrivelmente lindo, harmônico e equilibrado!

Daremos continuidade a este assunto na parte 2 do texto, em que abordaremos quais são as consequências dessa “nova canção” para o mundo atual e o que podemos fazer para “entrar no coral” da “Nova Terra”.

A relação entre a Transição Planetária, Ressonância Shumann e a expansão das nossas consciências – Parte 2

 

A relação entre a Transição Planetária, Ressonância Shumann e a expansão das nossas consciências – Parte 2

Uma ilustração de uma explosão sobre a cabeça de um homem.

16px; margin: 0px 0px 30px; outline: 0px; overflow-wrap: break-word; padding: 0px; vertical-align: baseline;">Vimos no artigo anterior que a Ressonância Shumann (RS) está passando a apresentar picos de maior amplitude em algumas harmônicas, principalmente nos últimos dois anos (desde 2020). Além disso, os estudos do Dr. Joe Dispenza mostram que a cada pico e aumento de frequência da RS, a consciência individual e coletiva acompanha (ou seja, está ocorrendo uma expansão do nível de consciência das pessoas!)

Muitos grupos espiritualistas e metafísicos (e muitos até científicos) estão mostrando evidências de que estamos, muito provavelmente, no apogeu da Transição Planetária, evidenciada não apenas pelos aumentos de picos da ressonância, mas por outros elementos (por exemplo, algumas alterações geomagnéticas, anomalias, mudanças climáticas repentinas — isso sem falar das questões políticas, econômicas etc. — não é o nosso foco nesse artigo). Portanto, percebe-se aqui que “a parte de um todo” — as alterações da RS — estão afetando o todo!Uma fotografia de uma galáxia.

16px; margin: 0px 0px 30px;">
WikiImages / pixabay

Então, como podemos contribuir nesse “canto terreno” de forma a alavancar essa orquestra e fazer o coletivo humano e de outras vidas a aumentarem seu nível de consciência? Aliás, podemos (temos capacidade para) fazer isso?
A resposta possivelmente é: SIM! Vejamos alguns exemplos de estudos e casos a seguir.

Diversas pesquisas, em especial uma realizada no Japão em 2005, relatam que o corpo humano, em especial o cérebro, é afetado por campos eletromagnéticos. Em artigo para o Instituto Heart Math, Annette Deyhle nos relata que “os campos eletromagnéticos gerados por sistemas de fornecimento de energia, telecomunicações, eletrodomésticos, computadores e outras tecnologias que geram campos magnéticos produzidas por humanos são extremamente poderosos e, em alguns casos, têm sido associados ao aumento da incidência de câncer, doenças cardíacas, depressão e outras doenças”.

Por outro lado, os campos magnéticos que ficam próximos a 8Hz (próximo à harmônica principal da RS, portanto) nos proporcionam boa saúde. Isso também foi levado em conta com as experiências dos astronautas no espaço. Sabe-se que os humanos em órbita na Terra (logo, em ambiente com a RS diferente das harmônicas habituais) tiveram problemas de saúde porque, no espaço sideral, essas têm frequências diferentes.

As agências espaciais tiveram que adaptar as cabines dos ônibus espaciais e de estações espaciais com o “mesmo canto” que existe próximo à superfície terrestre! Só lembrando que não é apenas esse elemento que desarmoniza a saúde física dos astronautas, mas isso já seria outro assunto…

Voltando para a Terra/Gaia, percebemos que pesquisadores encontraram evidências indicando que a saúde e o comportamento humanos parecem ser afetados por mudanças nas RS.

Um olho de um ser humano.
Subin / Pexels

Além disso, muitos cientistas acreditam que essas ressonâncias podem ser importantes nos ciclos biológicos humanos.O mesmo artigo do Instituto Heart Math ainda discorre sobre algumas funções de nosso cérebro, dizendo que este possui espécies de conexões de tempo e sincronização com os ciclos rítmicos diários da Terra, especificamente com as harmônicas da RS. Mais ainda, que as alterações da RS podem induzir alterações na sincronização do cérebro e do coração e mudanças de níveis de melatonina (conhecida como o hormônio do sono, tem como uma de suas funções o controle do ciclo do ritmo — ou relógio — biológico).

Podemos observar, então, que, nesses poucos dados trazidos por pesquisas, as mais variadas, nossos ciclos biológicos estão interconectados com as variações da Ressonância Shumann.

Percebe-se, ainda, de acordo com um grupo cada vez mais frequente de pesquisadores e metafísicos, que nesse intervalo de tempo dos últimos anos, muitas pessoas estão apresentando “sintomas” que podem ter origem nestas mudanças planetárias, especialmente da RS. Muitos sintomas são citados, a exemplo:

  • Pressão alta
  • Visão embaçada
  • Vertigens e náuseas
  • Distúrbios de sono
  • Distração
  • Batimentos cardíacos irregulares
  • Problemas digestivos
  • Dores inexplicáveis que podem demorar a ser reconhecidas ou podem misteriosamente ir e vir
  • Zumbido em um ou ambos os ouvidos. Ruídos agudos que podem vir repentinamente e causar desconforto
  • Desequilíbrio de humor, assim como bloqueios emocionais surgem para ser resolvidos
  • Fadiga extrema ou explosões extremas de energia, dependendo do tipo de frequência experimentada e como o indivíduo está lidando com isso
  • Problemas semelhantes à gripe
  • Extrema fome ou falta de fome — diferente do habitual
  • Ansiedade e aumento do modo de luta ou fuga no corpo
  • Dificuldade de concentração
  • Perda de memória

Existem outros sintomas, mas eles são em menor escala. É sempre bom a gente ficar atento com algumas mudanças físicas e emocionais que podem estar acontecendo, mas sugerimos sempre procurar um especialista na área médica caso os sintomas durem por longo tempo.

Uma mulher com mal estar sentada num sofá.
Pavel Danilyuk / Pexels

Para finalizar este artigo com algumas dicas e sugestões interessantes, que podemos recomendar nessa etapa tão fundamental da Transição Planetária e picos de energia que estão ancorando na Terra e ajustando tudo, inclusive para que a gente amenize alguns desses sintomas citados. Eis o que podemos fazer:

  • Meditar: esse item, de acordo com especialistas, é o que mais possibilita o “alinhamento” com os novos picos da RS e com padrões de energia que estão ocorrendo recentemente;
  • Aterramento: de preferência em lugares naturais, como áreas florestadas, campo, praia etc. Mas para quem mora em grandes cidades, visitar um parque ou área verde já ajuda;
  • Boa hidratação, independentemente deste momento (é uma recomendação atemporal);
  • Processo “cocriativo” de transmutação: alguns estudiosos da física quântica afirmam que nós somos seres com uma consciência ativa, que age a todo momento no que acontece. Portanto, cocriar uma realidade harmônica e próspera em vários aspectos auxilia no processo de transição, tanto individual como coletiva;
  • Ouvir músicas de qualidade e alegres;
  • Fazer coisas que te satisfaçam/deixam feliz (com bom humor).