domingo, 19 de abril de 2026

POMBA GIRA SETE SAIAS: DO FOGO DA DOR À LUZ DA TRANSFORMAÇÃO

 

POMBA GIRA SETE SAIAS: DO FOGO DA DOR À LUZ DA TRANSFORMAÇÃO

POMBA GIRA SETE SAIAS: DO FOGO DA DOR À LUZ DA TRANSFORMAÇÃO 🍾🍸⚘

Há entidades que não nascem prontas. Elas se forjam na dor, se lapidam na revolta, se elevam na compreensão. Pomba Gira Sete Saias é uma dessas almas. Sua história terrestre é marcada por abandono, humilhação, traição e fogo. Mas no plano espiritual, essa mesma trajetória se transforma em lição. Ela não é apenas a mulher que enfrentou seus opressores; é a guardiã que hoje protege quem sofre, a curadora que ensina a transformar mágoa em força, a justiceira que equilibra carmas com sabedoria. Sua saia de sete camadas não é só tecido; é mapa de evolução. E seu fogo não é só destruição; é renascimento.

A TRAJETÓRIA TERRENA: QUANDO A DOR SE TORNA ESCOLA

A lenda nos conta que sua vinda ao mundo já foi selada pela perda. Sua mãe partiu no parto, e o pai, cego pela dor e pelo ressentimento, transformou a filha em bode expiatório. Cresceu entre humilhações, servidão e solidão. Na ausência de amor, buscou afeto nos braços de homens casados, ricos, poderosos. Sete amantes. Sete saias. Sete lições não compreendidas em tempo hábil.
A traição, o ciúme, a vingança alheia a levaram ao cárcere. Isolada, alimentada com restos, à beira da morte, ela não desistiu. Derrubou paredes com as próprias mãos, rastejou até a liberdade e foi acolhida por uma caravana cigana. Ali, renasceu. Casou-se com o filho do chefe do clã, tornou-se baronesa, acumulou riquezas, mas carregava no peito a marca da injustiça.
O baile de máscaras foi seu palco de revelação. O fogo, sua sentença. “Livrarei vocês dos seus pecados com o fogo!”, disse, enquanto partia com o marido que a amou de verdade. Morreu aos 78 anos, deixando para trás um rastro de cinzas e perguntas.
Mas a morte física não é o fim. É a porta.

A VISÃO ESPIRITUAL: DO FOGO DA VINGANÇA AO FOGO DA CURA

A Umbanda e o Espiritismo nos ensinam que o espírito que viveu a revolta não está condenado a ela para sempre. A lei de causa e efeito é escola, não prisão. Com o tempo, com o trabalho espiritual, com a orientação de mentores, Sete Saias foi acolhida no astral, purificada e reorientada. Seu fogo, que antes consumia corpos, passou a consumir ilusões, mágoas cristalizadas, laços tóxicos, padrões de auto-sabotagem.
Hoje, ela não pune por ódio; equilibra por amor. Não separa por vingança; corta o que já não serve para que a alma possa respirar. Sua justiça é precisa, mas agora é compassiva. Ela entende a dor porque a viveu. Entende a traição porque a sofreu. Entende o orgulho que cega e o medo que prende. E por isso, atua como conselheira das mulheres feridas, protetora dos corações em crise, guia que ensina a transformar sofrimento em dignidade.

O SIGNIFICADO DAS SETE SAIAS: MAPA DE EVOLUÇÃO EMOCIONAL

Por que sete saias? Na visão espiritual, o sete é número sagrado. São os sete chakras. São as sete cores do arco-íris. São as sete etapas da cura da alma. Cada saia representa uma camada de experiência:
  1. A dor da rejeição – O nascimento marcado pela perda e pelo abandono afetivo.
  2. A busca por afeto – A tentativa de preencher o vazio com relações passageiras.
  3. A armadilha da dependência – O ciclo de submissão e perda de identidade.
  4. O despertar da autoestima – O resgate da própria voz e do próprio valor.
  5. O poder da escolha – A decisão de não mais se vitimizar, mas agir com consciência.
  6. A lição do perdão – O entendimento de que a vingança prende, mas o perdão liberta.
  7. A liberdade do desapego – A leveza de quem já não carrega o peso do passado.
Quando ela dança, as saias não são adorno; são ensinamento. Cada giro é um passo de cura. Cada cor, uma vibração de renovação.

A PARCERIA COM MARIA PADILHA: IRMANDADE NO ASTRA

A história nos diz que foi a própria Maria Padilha quem narrou essa trajetória. Não por acaso. Ambas são rainhas no court espiritual, mas regem facetas complementares do amor e da justiça. Maria Padilha é a senhora da encruzilhada, da sedução consciente, do poder feminino alinhado à lei divina. Sete Saias é a curadora das feridas emocionais, a protetora das mulheres traídas, a guia que ensina a transformar dor em dignidade.
Juntas, formam uma falange poderosa. Uma abre caminhos, a outra cura as almas que por eles passam. Uma ensina a assumir o próprio poder, a outra ensina a não usá-lo para ferir, mas para curar. Sua parceria é testemunho de que, no astral, não há competição; há sinergia.

COMO HONRAR E SE CONECTAR COM SETE SAIAS

Honrar Pomba Gira Sete Saias não é sobre luxo ou ostentação. É sobre intenção, respeito e alinhamento vibracional. Ela se conecta com verdade, não com aparência.
Elementos de conexão:
  • Cores: Vermelho, rosa, dourado, roxo, verde pistache.
  • Velas: Sete velas (uma para cada ciclo de cura), preferencialmente nas cores que representam amor, proteção e transformação.
  • Bebidas: Champanhe rosé, vinho doce, licor de amora ou cassis.
  • Flores: Rosas vermelhas e rosas, jasmins, lótus, lírios.
  • Perfumes: Jasmim, sândalo, baunilha, notas adocicadas e terrosas.
  • Objetos simbólicos: Espelho pequeno, leque, joias simples, frutos secos (tâmaras, damascos), moedas.
Orientações espirituais:
  • Escolha um local discreto, limpo e respeitoso. Pode ser um altar doméstico ou um ponto natural de terra.
  • Acenda as velas com intenção clara. Sirva a bebida, disponha as flores e os elementos com harmonia.
  • Fale com o coração. Peça clareza, proteção emocional, cura de traumas, justiça e equilíbrio. Não peça vingança; peça luz para discernir o que deve ser cortado e o que deve ser cultivado.
  • Agradeça antes de receber. A gratidão é a chave que mantém o canal aberto.
  • Mantenha a ética. Sete Saias não trabalha com desrespeito, mentiras ou manipulação. Honre-a com verdade.

SINAIS DE SUA PRESENÇA E ATUAÇÃO

Quando Sete Saias se aproxima, os sinais são sutis, mas inconfundíveis:
  • Cheiro suave de flores, especiarias ou fumaça doce em ambientes fechados.
  • Sonhos com saias rodopiando, fogo que não queima, ou mulheres sábias que dão conselhos.
  • Sensação repentina de força interior, clareza emocional ou paz após momentos de crise.
  • Encontros coincidentes com o número 7, ou repetições simbólicas que chamam atenção.
  • Vontade súbita de se cuidar, de se valorizar, de romper com padrões que já não servem.
  • Resolução inesperada de conflitos emocionais ou jurídicos, sempre acompanhada de um aprendizado profundo.

CONCLUSÃO: O FOGO QUE PURIFICA, A SAIA QUE PROTEGE

Pomba Gira Sete Saias não é lenda. É presença. É a prova de que nenhuma dor é em vão, que nenhuma queda é definitiva, que o fogo da revolta pode, sim, se transformar na luz da renovação. Ela dança para nos lembrar que somos mais que nossas feridas, mais que nossas escolhas passadas, mais que a dor que nos marcaram.
Que suas sete saias continuem girando, espalhando cura, justiça e dignidade. Que seu fogo purifique, não destrua. Que sua história nos ensine a perdoar sem esquecer, a amar sem nos perder, a seguir em frente com a cabeça erguida e o coração em paz.
Salve Pomba Gira Sete Saias!
Salve a Curadora das Almas Feridas!
Salve a Justiça que Transforma!
🍾🍸⚘
Saravá Fraterno, Axé Filhos de Umbanda!




POMBO GIRA 7 SAIAS🍾🍸

Sete Saias teve sua vinda ao mundo marcada por muito sofrimento. Já na sua infância se dá o início de sua aflição, pois ao nascer sua mãe falece por complicações durante o parto.
Desde então sofre constantes humilhações vindas de seu pai que passa a culpá-la pela morte da esposa que tanto amava.
Sete Saias cresce e com o passar dos anos crescem os aviltamentos e já moça passa a ser forçada a fazer todas as vontades do pai sendo mais uma serviçal do que uma filha.
Com seu pai Sete Saias morava em uma choupana afastada no lugarejo onde habitavam e por esse motivo não vê felicidade em seu futuro.
Acaba então a moça Sete Saias se relacionando com homens casados e ricos do povoado vendo ai sua única satisfação.
Mas a vida não lhe sorri pelos seus envolvimentos e pelo enredo de traições em que se envolve e as esposas traídas desejam o seu mal a ponto de desejarem apedreja-la.
Mas até aqui não se fala por que ela recebeu este nome: Sete Saias.
Segundo conta a lenda o motivo pelo qual tem este nome é que a moça tinha sete amantes. Assim, para cada amante ela usava respectivamente uma saia.
Estes amantes, enciumados entre si decidem transformar a vida da moça, trancando-a em um casebre afastado como modo de puní-la pela vida libertina que escolhera junto aos mesmos. É então obrigada a se alimentar de restos de vegetais que se encontravam no interior de seu cárcere…
Com muito sufoco, e força de vontade de viver, derrubou uma parede velha do casebre feito de madeira. Rastejando pela fraqueza, encontrou uma estrada próxima e nela passava uma caravana de ciganos que a acolheram e
cuidaram dela. Tornando-se uma bela moça, que acabou casando com o filho do chefe do clã dos ciganos. Este filho tornou-se um homem muito rico, ele recebeu o título de barão e provavelmente ela uma baronesa. E por vingança, queria voltar ao lugar que queriam apedrejá-la. O marido apaixonado e fiel, fez a vontade da esposa, comprando o melhor e mais importante casarão daquele povoado. E assim, mandou convite a todos para um rico e
abundante baile de máscaras, para apresentar a mais nova baronesa daqueles tempos.
E Sete Saias desceu as escadarias do rico salão com a sua bela máscara e um maravilhoso vestido. E todos os seus inimigos a aplaudiram e reverenciaram sem saber quem era a misteriosa mulher, que seria revelada somente no fim da festa. Ela chamou a todos ao centro do salão, ainda com a máscara, os convidados já totalmente bêbados, ela retirou a máscara, revelando-se a todos. Os inimigos indignados por ser ela a mais rica baronesa da região a qual deviam respeito, começaram a condená-la, principalmente o seu pai, que no impulso começou a cobrar carinhos que ele nunca teve a ela. E no soar de palmas, entraram empregados ao salão, carregando enormes barris de óleo. E os convidados achando-se que fazia parte da cerimônia, ficaram aguardando os servos despejarem o óleo por tudo enquanto Sete Saias e seu marido saíram escondidos, incendiando todo o espaço, matando e vingando-se assim, de todos os seus inimigos, chegando ao ponto de pedir a sua rica charrete para parar em frente ao casarão e ver seus inimigos se incendiando.
Suas últimas palavras aos seus inimigos foram:
“ livrarei vocês dos seus pecados com o fogo!”
Beijando o seu esposo e seguindo a tua viagem.
Ela morreu com seus 78 anos.
História esta contada pela sua maior parceria Maria Padilha. 

CIGANA SALOMÉ: A CURANDEIRA DO ORIENTE E GUARDIÃ DAS ALMAS

 

CIGANA SALOMÉ: A CURANDEIRA DO ORIENTE E GUARDIÃ DAS ALMAS

CIGANA SALOMÉ: A CURANDEIRA DO ORIENTE E GUARDIÃ DAS ALMAS 🍾🍸⚘

Há entidades cuja luz não nasce em um tempo, mas atravessa os séculos como um fio de seda dourada. Cigana Salomé é uma delas. Antiga, sábia e de uma beleza que transcende o físico, ela caminha entre nós não como lenda distante, mas como presença viva, ativa e acolhedora. Sempre ao lado de seus apadrinhados, sempre presente na Tenda de Sara, ela carrega nos véus a memória do deserto, nas mãos a ciência da cura e no olhar a profundidade de quem já leu mil almas. Sua história não se escreve em livros; respira no vento que sopra das antigas caravanas, nas areias que guardam pegadas de povos nômades, na sabedoria que floresce muito antes da era cristã.

ORIGENS E CAMINHADAS NO TEMPO

Salomé viveu quando o mundo ainda se orientava pelas estrelas, pelos oráculos e pela voz da terra. Sua tribo, povo do deserto, percorreu o Egito, a Índia, a China, a Pérsia, a Turquia e o Marrocos. Não eram apenas viajantes; eram portadores de saberes ancestrais, curadores de corpos e espíritos, guardiões de segredos que a natureza sussurrava aos ouvidos atentos. Em vida, cercava-se de animais com amor e reverência. Tinha predileção por aves ornamentais, e o pavão tornou-se seu símbolo sagrado, espelho de sua alma multicolorida, majestosa e em constante renovação. Tinha “jeito” com serpentes, compreendia a linguagem dos répteis como quem entende os ciclos de transformação, morte e renascimento espiritual.
Sua pele morena clara, cabelos escuros e fartos que dançavam ao vento ou se erguiam presos no alto da cabeça, traços que revelam uma beleza serena, carregada de força, mistério e uma presença que acalma apenas por existir.

A BELEZA QUE CURA: OLHAR, DANÇA E CONEXÃO COM A ALMA

Salomé se revela como uma mulher de aparência jovem, mas seus olhos carregam a sabedoria de milênios. Ela não lê apenas mãos; ela lê a alma. Olha diretamente nos olhos do consulente, penetrando além da superfície, acessando o subconsciente, desvendando nós energéticos e proporcionando cura profunda. Para ela, o verdadeiro mistério não está nas cartas ou nos astros, mas na capacidade de enxergar o que o ser humano esconde de si mesmo.
Dançava com véus semitransparentes, lenços esvoaçantes, sedas puras trazidas da China. Cada movimento era uma prece, cada passo, um ritual de conexão com o divino. A dança, para Salomé, nunca foi espetáculo; foi linguagem. Foi ponte entre o visível e o invisível, entre a dor e o alívio, entre a fragmentação e a unidade.

A ALQUIMIA DA CURA: CHAKRAS, CRISTAIS, ERVAS E ORÁCULOS

Entende como ninguém a harmonização dos chakras, a vibração das cores, o poder dos cristais, o aroma das ervas, a alquimia dos óleos e metais. Em vida, manipulava ungüentos e pomadas com especiarias, condimentos, raízes e ervas, curando corpos feridos e acalmando espíritos aflitos. Utilizava oráculos diversos como chaves de acesso à consciência, e a leitura das mãos como mapa de destinos e lições cármicas.
Hoje, no plano espiritual, continua atuando na cura profunda. Canaliza energia, vibra cores, trabalha com cristais e orienta com seriedade. Sua atuação não é mágica passageira; é compromisso com a evolução. Ela não promete milagres; oferece ferramentas. Não resolve por milagre; cura com consciência.

O BAÚ DE ÉBANO E AS PREFERÊNCIAS DA ALMA

Sua devoção se materializa em detalhes que revelam sua essência vibracional. Gosta de vermelho, laranja e seus matizes, branco, areia, marrom, madrepérola e o verde pistache, que para ela vibra como o amarelo da iluminação interior. Usa maquiagem com brilho acobreado, dourado, azul safira. Brincos grandes de estilo oriental, muitas pulseiras, anéis e tornozeleiras que tilintam como mantras ao caminhar.
Guardava suas joias em um baú de madeira ébano entalhado, presente do pai a quem tanto amava, vindo da Antiga Pérsia. O baú a acompanhou até o último suspiro. Conforme seu pedido, após o desencarne, seus pais dividiram seu conteúdo entre o povo, num ato de generosidade, desapego e fraternidade que ecoa até hoje como lição espiritual.
Prefere licores doces como cassis, amora e chocolate. Frutas secas: tâmaras, damascos, uvas. Flores: jasmim, lírio da paz, amarílis, rosas, lótus e, de fato, flores em geral, que considera presentes sagrados da natureza. Perfumes: jasmim, sândalo, baunilha, mel, jacinto, aloés, canela, café. Pedras: safiras em todas as cores e vibrações curativas, esmeralda, jade, turmalina, berilo. Cada elemento não é enfeite; é chave vibracional, linguagem da alma, ponte com o astral.

O PACTO SAGRADO: ÉTICA, VERDADE E SUSTENTAÇÃO

Salomé não trabalha com superficialidade. Ela exige do médium honestidade, correção, respeito absoluto. “Não gosto de mentiras e de desrespeitos”, afirma. “Todos os seres e todas as crenças devem ser respeitados.” Ela atua na aura de ciganos e não ciganos, utiliza cartas e oráculos para orientação séria, mas só o faz quando sente a intenção pura e o trabalho ético.
Quando o médium caminha com verdade, ela abre caminhos, traz o pão e o dinheiro para sustentar famílias, equilibra vidas, restaura dignidade. Sua atuação é clara: a espiritualidade não substitui o esforço humano; ela o potencializa. A cura não cai do céu; nasce da cooperação entre o plano físico e o invisível, entre a fé e a ação, entre a prece e o trabalho honesto.

CURA PLANETÁRIA E A MISSÃO CONTÍNUA

Segundo a mensagem captada em 04 de abril de 2011, Salomé se desligou do invólucro carnal antes de completar quarenta anos, vítima de uma doença que hoje chamaríamos de tifo. Mas partiu em paz. E sua missão não terminou; expandiu-se. Atua no astral a serviço da orientação séria e da cura, e hoje participa dinamicamente da cura planetária. Seu amor pelos animais, pelas plantas, pela terra e pelos seres vivos a coloca na linha de frente do reequilíbrio ecológico e espiritual. Ela é ponte entre o antigo e o novo, entre o deserto e a cidade, entre a dor e a cura.
“Opchá, minha Moça do Oriente.” Que sua luz e seu perfume de jasmim permaneçam na Tenda de Sara. Que Alá, Deus Pai e Mãe, e Santa Sara iluminem sua senda. Que possamos caminhar sempre juntas, com mãos abertas e corações limpos. Esta é uma homenagem viva a uma mentora que esteve, está e estará sempre presente, guiando, curando, ensinando que a verdadeira magia nasce da verdade, que a cura começa no respeito, e que o amor é a força mais antiga e mais poderosa do universo.
Salve Cigana Salomé. Salve a Moça do Oriente. Salve a Cura que Dança.
🍾⚘
Saravá Fraterno, Axé Filhos de Umbanda!



CIGANA SALOMÉ 🍾🍸

Esta maravilhosa entidade de Luz, muito antiga e muito bonita está sempre ao meu lado e presente na Tenda de Sara. Salomé viveu ainda antes da era cristã, no Oriente, Egito, India, China, Pérsia, Turquia, Marrocos, sua tribo percorreu diversos lugares, eram povo do deserto. Esta entidade que se revela geralmente como uma mulher de aparência jovem, fazia previsões através de oráculos diversos, segundo ela, tinha seu próprio oráculo com seu símbolos.

Fazia também a leitura das mãos, porém tudo isso era uma forma de acessar o subconsciente, entende de cura dos chakras, de aromas, óleos, metais e pedras. Costumava olhar diretamente nos olhos ou na"alma da pessoa", como se refere ela mesma, essa é a verdadeira maneira de desvendar os mistérios e proporcionar a cura. Utilizei a imagem de um pavão, pois a mesma, diz admirar muito esta ave, e que em vida teve aves ornamentais, e que sempre gostou de animais, tinha também "jeito" com serpentes. Estatura mediana, pele morena clara, olhos e cabelos escuros bastante compridos e fartos, às vezes soltos com um enfeite de cabeça, outras vezes presos bem no alto da cabeça. Segundo ela desencarnou antes de completar 40 anos, com uma doença que hoje se assemelha ao que chamamos de tifo, e diz ter se desligado em paz do seu invólucro carnal. Desde então, atua no astral a serviço da orientação séria, e da cura. Manipulava também ungentos e pomadas se utilizando de especiarias, condimentos, e ervas e raízes, ajudando a curar muita gente. Gostava de dançar, usa muitos véus semitransparentes, gostava de lenços esvoaçantes e da mais pura seda que vinha da China. " Gosto também de aromas e óleos perfumados, em frascos bonitos e bem trabalhdos, muitos ganhei de presente, assim como leques feitos de plumas de pássaros, e jóias, estas guardava em um baú de madeira ébano entalhado que veio da Antiga Pérsia e que foi presente do meu pai, a quem tanto amava...

Este baú me acompanhou até o dia de minha morte. Conforme meu pedido, meus pais dividiram o conteúdo do mesmo entre o meu povo. Gosto de vermelho, laranja, e seus matizes, branco, areia, marrom, madrepérola, o verde pistache também me agrada, pois, traz a vibração do amarelo. Maquigem para os olhos com brilho acobreado, dourado, azul escuro, tipo azul safira. Brincos grandes nos estilo oriental, muitas pulseiras e anéis, além de tornozeleiras. Gosto de licores doces, como cassis, amora, chocolate, e outros... Hoje venho à aura de ciganos e "não ciganos", também me utilizo de cartas e outros oráculos para a orientação séria dos consulente a respeito dos vários aspectos de suas vidas. Atuo também na cura dos chakras através da canalização de energia, da vibração das cores, e dos cristais. Faço com muito amor e carinho, porém, o medium deve e tem a obrigação de ser honesto e correto em seu trabalho, pois, não gosto de mentiras e de desrespeitos. Todos os seres e todas as crenças devem ser respeitadas, então, não admito enganações. Gosto também de frutas secas como tâmaras, damascos, e uvas.

Gosto de ajudar a trazer o pão e o dinheiro para gerar o sustento das famílias, quando sinto que o médium trabalha de forma correta e séria. Gosto do dourado e de pedras variadas, admiro muito as safiras( em suas várias cores e vibrações curativas), e as de cor verde como esmeralda, jade(gosto muito), e turmalina, além do berilo. Gosto de jasmins, lírios da paz, amarilis, rosas e flores de lótus. Álias, gosto de flores em geral, são presentes que a natureza nos dá. Perfume de jasmim, sândalo, baunilha, mel, jacinto, aloés, e canela, café." Esta mensagem canalizada em 04 de abril de 2011, traz um pouco sobre essa moça maravilhosa e de extrema beleza, incansável trabalhadora da Luz, e que hoje também atua dinamicamente na cura planetária, visto seu amor pelos animais e plantas. Opchá minha Moça do Oriente. Que a sua Luz e seu Perfume de Jasmim estejam sempre aqui na Tenda de Sara. Que Alá, Deus Pai e Mãe e Santa Sara lhe iluminem a senda, e que possamos caminhar sempre juntas... Esta é uma pequena homenagem a esta mentora que esteve e continua sempre presente em minha vida e em minha caminhada, com todo amor e carinho.