sábado, 9 de abril de 2022

Os chakras-Conceituações e metodologia terapêutica André Luiz, no livro Evolução em Dois Mundos, nos ensina que o corpo espiritual possui centros vitais.

 Os chakras-Conceituações e metodologia terapêutica
André Luiz, no livro Evolução em Dois Mundos, nos ensina que o corpo espiritual possui centros vitais.


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André Luiz, no livro Evolução em Dois Mundos, nos ensina que o corpo espiritual possui centros vitais. Esses centros energéticos foram nomeados pelos hindus como “chakras”.No dicionário da Língua Portuguesa, o presente termo é sinônimo à palavra “círculo”.

Usemos da companhia literária do benfeitor espiritual acima citado, a fim de conversarmos sobre esse assunto, correlacionando-a com o tema central de nosso ensaio: a atuação dos “dragões de nossa interioridade”, ou seja, as vidas passadas de nossa individualidade.

Vejamos o que diz o repórter espiritual acima mencionado, sobre as funções de cada centro de força em nosso Ser, para que depois possamos contribuir em algo com nossos raciocínios.

a) Centro Coronário: “instalado na região central do cérebro, sede da mente, centro que assimila os estímulos do plano superior e orienta a forma, o movimento, a estabilidade, o metabolismo orgânico e a vida consciencial da alma encarnada ou desencarnada, nas cintas de aprendizado que lhe correspondente no abrigo planetário. O centro coronário supervisiona, ainda, os outros centros vitais que lhe obedecem ao impulso, procedente do Espírito”. No corpo físico situa-se no alto da cabeça.

b) Centro Cerebral: “contíguo ao coronário, com influência decisiva sobre os demais, governando o córtice encefálico na sustentação dos sentidos, marcando a atividade das glândulas endocrínicas e administrando o sistema nervoso em toda a sua organização”. No corpo físico fica próximo ao ponto central da testa, pouco acima e entre os olhos. “(…) ordena as percepções de variada espécie, percepções essas que, na vestimenta carnal, constituem a visão, a audição, o tato e a vasta rede de processos da inteligência que dizem respeito à Palavra, à Cultura, à Arte, ao Saber. É no centro cerebral que possuímos o comando do núcleo endocrínico, referente aos poderes psíquicos” (Entre a Terra e o Céu, p. 165, 25ª Edição).

c) Centro Laríngeo: “controlando notadamente a respiração e a fonação”. “Preside aos fenômenos vocais, inclusive as atividades do timo, da tireóide e das paratireoides” (Entre a Terra e o Céu, p. 165, 25ª Edição).

d) Centro Cardíaco: “a emotividade e a circulação das forças de base”.

e) Centro Esplênico: “determinando todas as atividades em que se exprime o sistema hemático, dentro das variações de meio e volume sanguíneo”.(...)“no corpo denso, está sediado no baço, regulando a distribuição e a circulação adequada dos recursos vitais em todos os escaninhos do veículo de que nos servimos” (Entre a Terra e o Céu, p. 165, 25ª Edição).

f) Centro Gástrico: “responsabilizando-se pela digestão e absorção dos alimentos densos ou menos densos que, de qualquer modo, representam concentrados fluídicos penetrando-nos a organização”.

g) Centro Genésico: guiando a modelagem de novas formas entre os homens ou o estabelecimento de estímulos criadores, com vistas ao trabalho, à associação e à realização entre as almas.

Gostaríamos que os amigos observassem os informes preciosos que André Luís nos brindou, pois eles revelam a extrema importância desses centros de força: os chakras , sob a direção automática da individualidade, imprimem às células, órgãos e sistemas suas respectivas funcionalidades, para manutenção saudável da vida física. Assim, concluímos que se esses centros de força estarem saudáveis, com boa funcionalidade energética, logo seu portador desfrutará de saúde. Por sua vez, se os chakras não estiverem funcionando a contento por alguma disfunção energética, o nosso sistema imunológico como um todo padecerá, sendo as doenças a manifestação palpável do respectivo desalinho.

Cientes do que foi escrito acima, quais fatores promovem disfunções energéticas nos centros de força responsáveis pelo bom funcionamento da máquina orgânica?

Antes de tudo, vale destacar que nossos maus pensamentos, hábitos perniciosos, comportamentos deseducados e emoções desgovernadas são os principais vilões de nós mesmos.

Os centros de força recebem os eflúvios energéticos de nossa individualidade. Por sua vez, é importante destacar que fazemos parte dessa individualidade: somos, pois, sua “ponta encarnada”.

Permita-nos fazer um esforço para melhor elucidação do que foi escrito acima: À medida que damos ênfase para nossas brutalidades ou angelitudes de cada dia, nossa individualidade as incorpora automaticamente, distribuindo esse energismo, por sua vez, a todos os seus corpos que lhe dão sustentação e possibilidade de manifestação, o corpo espiritual e físico. Assim sendo, os centros de força serão beneficiados ou sumamente prejudicados por esse fenômeno energético fechado. O fato é que somos herdeiros de nós mesmos.

As vidas passadas de nosso espírito, por sua vez, recebem continuamente os gatilhos emocionais e comportamentais que disparamos diariamente. Por lei de sintonia vibratória, determinadas personalidades passadas, antes dormentes em nosso Ser, “acordam”, diante do impulso comportamental e emocional que disponibilizamos: se temos nutrido a prática da irascibilidade, é certo que acordaremos vidas passadas de nossa individualidade outrora irascíveis; se nos submetemos à escravidão do tabagismo ou do alcoolismo, é muito certo que vidas passadas de nossa individualidade que padeceram das respectivas enfermidades irão ombrear-se a nós, em um triste conluio psico-energético ser encarnado/passado espiritual.

O pouco apreço que damos ao auto-amor e à prática das virtudes nos transformam em médiuns de nosso passado espiritual.

Mediante o quadro citado acima, não só as más ações e maus comportamentos do ser encarnado prejudicam a funcionalidade dos chakras, mas junto disso, como se não bastasse, o energismo doentio das vidas passadas do mesmo corroboram para a piora do quadro, causando dores e sofrimentos.

Por hora, preocupamo-nos em produzir uma amostragem do quão podemos nos maltratar. Todavia, como proceder para minimizar os dramas citados?

Como dissemos em texto anterior , a farmácia da humanidade é o estudo e a prática da Lei de Amor que Jesus exemplificou e ensinou. A terapêutica recomendável é que, antes de tudo, o ser encarnado estude-se para verificar qual é a postura que ele tem adotado em sua vida, consigo e com outrem. A prática da mansidão, o desenvolvimento a empatia, o esforço em abolir as críticas e julgamentos, o exercício da solidariedade e a prática desinteressada da generosidade são algumas ferramentas para sutilizar nosso energismo, a fim de que nossos centros de força voltem a funcionar de acordo com suas funções habituais.

Somado ao auto-conhecimento e à progressiva prática das virtudes, a terapêutica das personalidades é de grande valia para sanear as energias densas prejudiciais aos chakras. Encarando o ser encarnado a partir dos dramas que o aflige, com ênfase na autorresponsabilidade, equipes sérias e capacitadas de socorristas podem acessar e tratar as personalidades pregressas que enfermam os chakras da própria consciência encarnada, potencializando, dessa forma, o processo terapêutico.

Nunca é demais insistir que as ferramentas terapêuticas sugeridas por nós podem aliviar sofrimentos, todavia, a libertação reside em nossa mudança de conduta para melhor. Em outras palavras: o tratamento das personalidades é um remédio paliativo, mas a imunização contra nossos sofrimentos está na prática do “amai-vos uns aos outros”, exemplificada por Jesus.
Andre