segunda-feira, 9 de maio de 2022

Os Guardiões do Astral exús-guardiões Esses guardiões organizam-se em legiões, e os maiores por suas evoluções e por seus poderes, se competem na liderança dos trabalhos pelas falanges.

 Os Guardiões do Astral

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Esses guardiões organizam-se em legiões, e os maiores por suas evoluções e por seus poderes, se competem na liderança dos trabalhos pelas falanges.


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Os Guardiões do Astral
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Esses guardiões organizam-se em legiões, e os maiores por suas evoluções e por seus poderes, se competem na liderança dos trabalhos pelas falanges.

São eles que protegem as entradas de igreja, e de vários templos religiosos, ruas, assim como os diversos missionários do bem encarnados na terra, e fiéis por ordem dos maiorais da espiritualidade maior a serviço de Jesus.

Como os “caveiras”( darei exemplo dos nomes iguais como se dão nome a corporação da polícia, cada nome de falange é um tipo de atuação e trabalho), que são responsáveis pelos cemitérios, onde os Magos Negro, com seus exércitos sempre procuram invadir para o roubo de ectoplasma que existem nos corpos recém decompostos, para suas macabras experiências.

Esses combatentes do bem, guerreiros, cavalheiros, templários, policiais desencarnados e outros que possuem grande evolução em muitos casos, mais com resquício das paixões ainda na alma, na literatura das religiões afro, são chamados de Exús, e no espiritismo de guardiões.

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Os Exus não são deuses, são entidades que devem ser respeitadas, como muitos fazem... Muitas destas entidades estão em contato com energias densas pelos combates em permanências nas regiões trevosas e são os únicos que conseguem se desfazer delas.

Quando alguns se manifestam em algum médium, geralmente sua linguagens são fortes e ásperas, fruto de suas realidades.

Em muitas missões de resgates nas trevas profundas, somente eles conseguem adentrar em certos limites, e suporta o peso das vibrações pesadas do que chamamos de inferno e na umbanda umbral denso.

São entidades que devem serem respeitadas pelos seus serviços, ao qual muitos de nós não teríamos peito para realizar.

Executores da Lei

O termo Exú nos causa medo e muita e repugnação, mais quando passamos entender a verdade de sua natureza, esse preconceito se vai.

Em muitas obras espiritas modernas reveladas por André Luiz á Chico Xavier, é relatado muitos casos de equipes de espíritos no serviço das colônias espirituais no resgate de entidades sofredoras nas furnas, onde são acompanhados por espíritos que velam pela segurança da equipe. Na verdade este acompanhantes ou guardas são os Exús.

Graças também as novas obras de médiuns , temos acesso a luz de novas revelações e enfoques sobre este tema e outros, que antes eram tratados como tabú, mais que até já conhecíamos mais sobre outras formas literais.

Na obra; O Guardião da Meia Noite do autor Rubens Saraceni, o personagem afirmou que houve uma grande batalha no começo do século contra as forças dos MAGOS NEGROS, que queriam dominar a superfície. Ele descreve uma ocasião em que desencarnou dois desses magos encarnados, e os levou pessoalmente até as regiões baixas no umbral onde se limitaria a eles como prisão.

Por isso os Exús são considerados como policiais do astral, ou faxineiros das zonas umbralinas, anjos do castigo ou seja lá como queiram chamar. Muitos deles são especialistas em desmanche de trabalhos de Magia Negra nas trevas e por isso possuem extensa afinidade com a Umbanda.

Guardiões da Luz nas Trevas
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Fica aqui uma descrição da missão de alguns guardiões a serviço da Lei que podem ser bem diversificada pela espiritualidade ao ser, como por exemplo nestes trechos da obra de Saraceni.

“Que lugar é este, senhor Guardião dos Sete Portais?

-Aqui é onde reeduco os traidores.

Olhando para um dos guardas do lugar ele falou: -Traga-me o canalha que servia as trevas. Num instante ele foi trazido. Tinha uma corrente no pescoço e o corpo reduzido a pele e ossos. Tinha marcas por todo o corpo.
Ei-lo aí, senhor da Meia-Noite. É isto aí que lhe pertence? Acha que o castigaria melhor do que eu? Duvido.”

-Por que o senhor não socorreu o Cavaleiro em sua queda?
Foi a Lei Maior que o determinou, por isto eu me calei. Mas quando Ela saiu em seu auxílio, eu arrasei o reino das trevas para saber onde estava o Cavaleiro e acabei o descobrindo pois foi a Lei que me ordenou que assim o fizesse.
Ele teve que calar-se e entregar-me o culpado.

Olhe bem, Guardião da Meia-Noite e verá que os que se diziam sábios, iluminados, profetas, grandes lideres religiosos ou grandes sacerdotes não passavam de otários, idiotas, tolos, imbecis, cegos e mal intencionados. Verá entre eles todo tipo de defeito e nenhuma qualidade.

Eram lobos uns pois se aproveitavam e comiam suas ovelhas e hienas outro pois se contentavam em consumir os restos deixados pelos lobos. Uns e outros hoje choram pelo erro cometido pela oportunidade perdida e pela luz não conquistada.

Viveram do mundo e não pelo mundo. A Lei não os perdoou e os entregou a mim. Eu dou-lhes o que merecem porque sou um guardião da Lei das Trevas e esta é minha função. A Lei não iria colocar um ser bom e iluminado para castigar os canalhas nem colocaria um carrasco como eu para premiar aqueles que venceram suas provas.

Não!

Os guardiões da Lei na Luz tem uma função como a minha mas afeta à Luz: não deixam cair quem se fez por merecer à ascensão. Eu não deixo subir aos que se fizeram por merecer a queda. Tudo isto eu sou e ainda assim não sou infeliz, triste, arrependido ou ruim. Não sofro de remorso por castigar aquele que a Lei derrubou, assim como um guardião da Lei na Luz nada sente ao premiar a quem merecer. Eu sou o que sou, um guardião da Lei nas Trevas e me orgulho disto porque sei que sou necessário à Lei.