Esferas espirituais da terra e mundos transitório
Prece de aberturaJESUS,ESTAMOS AQUI REUNIDOS MAIS UM VEZ EM SEU NOME PARA DAR INICIO A MAIS UM ESTUDO E ASSIM ENGRANDECER NOSSO CONHECIMENTO PARA PODERMOS EVOLUIR. QUE ESSE ESTUDOS NOS TRAGA UM BOM APRENDIZADO.
QUE ASSIM SEJA AMÉM
O QUE SAO MUNDOS TRANSITÓRIOS?
R: Mundos Transitórios são PLANETAS destinados particularmente aos seres desencarnados errantes, ainda necessitados de reencarnações (portanto, Espíritos errantes), e intimamente ligados ao ambiente do próprio planeta (qualquer que seja) pelas ações cometidas no pretérito.
Mundos que lhes podem servir de habitação temporária, espécies de campos onde descansam de uma longa erraticidade, estado esse sempre um tanto penoso.
São, entre os outros mundos, posições intermediárias graduadas de acordo com a natureza dos Espíritos que a elas podem ter acesso e onde gozam de maior ou menor bem-estar.
Os Espíritos que se encontram nesses mundos podem deixá-los, a fim de irem para onde devam ir. Figuremo-los como bandos de aves que pousam numa ilha, para aí aguardarem que se lhes refaçam as forças, a fim de seguirem seu destino.
A Terra, por exemplo, já foi um mundo transitório “durante a sua formação”. Hoje é um planeta de expiação e provas, prestando-se, portanto, à encarnação e reencarnação de Espíritos necessitados de passar pelas vicissitudes que o planeta oferece
MAS Colonias espirituais são mundos transitorios?
R: Não, não são!
```Colônias ou cidades espirituais transitórias são os locais existentes no plano extrafísico contíguo ao plano da matéria densa, nos quais habitam os Espíritos de condição mediana em estado de erraticidade. Exemplo: Nosso Lar é uma colônia spiritual transitória, mas não é mundo transitório visto que mundo é planeta, mas da mesma forma (colonia ou mundo TRANSITÓRIOS) são utilizados somente por Espíritos desencarnados (errantes), como local de pouso, descanso e prepare ara próxima encarnação.
Em faixas vibratórias mais ligadas à Terra, estacionam, temporariamente, almas ainda vinculadas às sensações e problemas da vida física, uma vez que o peso específico de suas organizações perispirituais apresenta certa densidade que não lhes permite as grandes ascensões.```
Regiões ou esferas espirituais localizam-se vizinhas à Crosta, no plano extrafísico.
Existem regiões ou esferas espirituais de diferentes graus evolutivos, caracterizando-se desde simples postos a verdadeiras cidades espirituais.
Essas regiões se dividem gradativamente em lugares de sofrimento e ignorância até aqueles onde o Espírito, em estado de maior entendimento, é feliz.
Considerando a penitência em sua feição expiatória, existem numerosos lugares de provações na esfera para nós invisível, destinados à regeneração e preparo de entidades perversas ou renitentes (teimoso, inconformado) no crime, a fim de conhecerem as primeiras manifestações do remorso e do arrependimento, etapas iniciais da obra de redenção. Estas fazem parte das chamadas zonas inferiores.
O fato de os Espíritos que fizeram “O Livro dos Espíritos” terem afirmado que a Terra foi um mundo transitório na sua formação planetária levou Kardec a dizer: “Assim, durante a dilatada sucessão dos séculos que passaram antes do aparecimento do homem na Terra durante os lentos períodos de transição que as camadas geológicas atestam, antes mesmo da formação dos primeiros seres orgânicos, naquela massa informe, naquele árido caos, onde os elementos se achavam em confusão, não havia ausência de vida.
Seres isentos das nossas necessidades, das nossas sensações físicas, lá encontravam refúgio. Quis Deus que, mesmo assim, ainda imperfeita, a Terra servisse para alguma coisa. Quem ousaria afirmar que, entre os milhares de mundo que giram na imensidade, um só, um dos menores, perdido no seio da multidão infinita deles, goza do privilégio exclusivo de ser povoado? Qual então a utilidade dos demais? Tê-los-ia Deus feito unicamente para nos recrearem a vista? Suposição absurda, incompatível com a sabedoria que esplende em todas as suas obras e inadmissível desde que ponderemos na existência de todos os que não podemos perceber”.
Segundo Emmanuel (O Consolador, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier, pergunta 244)
Podemos conceituar de três maneiras, para efeito de estudo, a palavra “moradas” mencionada no Evangelho de Jesus:
a) Os mundos que formam o Universo, onde outras humanidades realizam a marcha evolutiva.
b) As diversas zonas espirituaissuperiores ou inferiores, além das fronteiras físicas, onde a vida palpita com a mesma intensidade das metrópoles humanas.
c) Os vários departamentos da mente, onde se demoram pensamentos e reações, dramas e tragédias, anseios e realidades do Espírito.
Ninguém poderá imaginar quantos mundos habitados realmente existem, mas nenhum espírita põe em dúvida que inúmeras humanidades vivem nesses mundos, felizes, uns, infelizes, outros.
```Desprendido dos laços materiais, e mais ou menos depurado o Espírito, variarão ao infinito o meio em que este se encontre, o aspecto das coisas, as sensações que exprimente, as percepções que tenha.
O mundo espiritual para onde vamos após a morte, consiste de várias esferas, representando outros tantos graus de luminosidade e de felicidade; cada um de nós irá para aquela a que se adapta a nossa condição espiritual. Arthur Conan Doyle: História do espiritismo. Cap. 1, p. 38.```
ENQUANTO uns não se podem afastar do mundo onde viveram (permanecendo nas faixas vibratórias mais ligadas ao planeta / mundo onde estivesse encarnado), estacionam temporariamente, ligados ainda aos problemas da vida física uma vez que o peso específico de suas organizações perispirituais apresenta certa densidade que não lhes permite as grandes ascensões; *outros* se elevam e percorrem o espaço e os mundos. Allan Kardec: O evangelho segundo o espiritismo. Cap. 3, item 2.
Ensina-nos Jesus: ```Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fosse assim, eu vos teria dito, pois vou preparar-vos o lugar, e quando for e vos tiver pre- parado o lugar, virei novamente e vos levarei comigo, a fim de que, onde eu estiver, estejais vós também, e para onde vou, conheceis o caminho. (João, 14:2- 4)```
Segundo a Doutrina Espírita, estas palavras de Jesus se aplicam tanto aos diferentes mundos habitados no Universo quanto aos planos evolutivos existentes no nosso planeta, objeto de estudo neste roteiro. Interpretando, porém, o ensinamento de Jesus podemos dizer que a casa do Pai é o Universo. As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem, aos Espíritos que neles encarnam, moradas correspondentes ao adiantamento dos mesmos Espíritos. Independente da diversidade dos mundos, essas palavras de Jesus também podem referir-se ao estado venturoso ou desgraçado do Espírito na erraticidade. Conforme se ache este mais ou menos depurado e desprendido dos laços materiais, variarão ao infinito o meio em que ele se encontre, o aspecto das coisas, as sensações que experimente, as percepções que tenha.
Condições ambientais das esferas espirituais
Na moradia de continuidade para a qual se transfere, encontra, pois, o homem as mesmas leis de gravitação que controlam a Terra, com os dias e as noites marcando a conta do tempo, embora os rigores das estações estejam suprimidos pelos fatores de ambiente que asseguram a harmonia da Natureza, estabelecendo clima quase constante e quase uniforme [isto em se tratando das esferas de me- diana e superior evolução].
Plantas e animais domesticados pela inteligência humana, durante milênios, podem ser aí aclimatados e aprimorados, por deter- minados períodos de existência, ao fim dos quais regressam aos seus núcleos de origem no solo terrestre, para que avancem na romagem evolutiva, compensados com valiosas aquisições de acrisolamento, pelos quais auxiliam a flora e a fauna habituais à Terra, com os benefícios das chamadas mutações espontâneas.
As plantas, pela configuração celular mais simples, atendem, no plano extrafísico, à reprodução limitada, aí deixando descendentes que, mais tarde, volvem também à leira do homem comum. Ao longo dessas vastíssimas regiões de matéria sutil que circundam o corpo ciclópico (Definição dada a grandes elementos (obras) da arquitetura pré conteporânea. Comparando a grandiosidade das obras com a força e vigor físico dos Ciclops) do Planeta, qual se observa na crosta da própria Terra, a estender-se da superfície continental até o leito dos oceanos, começam as povoações felizes e menos felizes, tanto quanto as aglomerações infernais de criaturas desencarnadasque, por temerem as formações dos próprios pensamentos, se refugiam nas sombras, receando ou detestando a presença da luz.