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domingo, 24 de abril de 2022

Ewé Itá: Pitanga Nome científico: Eugenia uniflora Orixás: Exú, Ossaim, Oxum e Oyá Elementos: água/feminino/èrò

 Ewé Itá: Pitanga
Nome científico: Eugenia uniflora
Orixás: Exú, Ossaim, Oxum e Oyá
Elementos: água/feminino/èrò


Pode ser uma imagem de fruta e textoEwé Itá: Pitanga
Nome científico: Eugenia uniflora
Orixás: Exú, Ossaim, Oxum e Oyá
Elementos: água/feminino/èrò

A pitanga, espécie nativa da Mata Atlântica, tem em seu nome origem tupi-guarani - "pyrang" que significa “vermelha”. A fruta carnosa e aquosa, de cor vermelha (mais comum), amarela ou preta, tem sabor agridoce e já era apreciada pelos indígenas, bem como pelos primeiros colonizadores do Brasil.

Pertencente a família botânica das Myrtaceae, a pitanga (Eugenia unifloraL.) é uma das mais importantes frutas nativas da Mata Atlântica com grandes potencialidades para o cultivo comercial. De seus frutos, que contém vitaminas A, C, do complexo B, cálcio, ferro e fósforo, além do consumo in natura, podem ser obtidos sucos, sorvetes, geléias, doces, licores e vinhos. Além desses usos, mais comuns, algumas indústrias de cosméticos já têm utilizado seu extrato para a fabricação de sabonetes e shampoos.

As folhas da pitangueira contém o alcalóide denominado pitanguina (sucedâneo de quinino); bastante utilizada na medicina popular através de chás, indicada contra diarréias persistentes, contra afecções do fígado, em gargarejos nas infecções da garganta, contra reumatismos e gota. Tem ação calmante, antiinflamatória, diurética, combate a obesidade e também possui atividade antioxidante.

A pitangueira é uma espécie de ampla distribuição geográfica natural ocupando regiões de clima tropical e subtropical, indo de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul.

Atualmente as plantações comerciais significativas da fruta estão no nordeste brasileiro, onde o estado que se destaca é Pernambuco.

A pitanga é indicada para recuperação de áreas degradadas e também na implantação de sistemas agroflorestais, além de possuir boa potencialidade para consumo e processamento da polpa, é atrativa principalmente a avifauna, tornando-se uma espécie chave para indução na regeneração natural de florestas. Também é utilizada como espécie ornamental em muitas cidades brasileiras.

A pitanga, assim como outras dezenas de frutas nativas da Mata Atlântica, são pouco consumidas quando comparada a frutas exóticas (maçã, pêra, laranja, ameixa, etc). Cabe salientar que as nossas espécies frutíferas nativas são incomparáveis quanto a sabor e teor de vitaminas. A Apremavi tem um trabalho que tem por objetivo promover o resgate dessas espécies, através da produção de mudas, plantio e divulgação de suas potencialidades.

Em algumas casas de axé é utilizada em banhos de desenvolvisento espiritual e de descarrego para abrir caminhos.

Ofó
A fí pa burúrú,a fí pa burúrú
Etiponlá wa fi pá burúrú
Ita owó, ita omo
Etiponlá wa fi pá burúrú

Tradução
Nós utilizamos para acabar com as complicações
Etiponlá que nós usamos para acabar com as complicações
A folha de Ita atrai dinheiro, Ita atrai filhos
Etiponlá que nós usamos para acabar com as complicações
Ewé Itá é uma folha de sorte.

Na medicina popular é usada como adstringente, anti-reumático, diarréias e febres infantis, gripes e resfriados, tosses.

📝:Filho do vento 

segunda-feira, 15 de novembro de 2021

OSSAIM

 

 OSSAIM


Pode ser uma ilustração“Ossaim já tinha desde sempre interesse e curiosidade pelas plantas e suas potencialidades, por isso, as estudava com afinco. Um dia, encontrou Orunmila que descia do céu carregando muitas folhas. Orunmila questionou:
– Onde vai, Ossaim?
– Vou buscar folhas para fazer remédios para doentes aqui na Terra – respondeu Ossaim.
Ao ver a dedicação de Ossain a conhecer o poder das plantas e sua vontade de ajudar os seres humanos com seus dons, Orunmila convidou Ossain a conhecer cada uma das plantas, ensinou o poder de cada uma delas, seus segredos, seus nomes, suas combinações. Depois disso, os dois orixás desceram à terra e espalharam todas as folhas pelos planetas, para a disposição de todos os seres vivos.”

Por que cultuar Ossaim na umbanda?
Pelo simples fato que sem folhas não fazemos nada!
Tudo que realizamos, desde banhos, benzimentos, cruzamentos, etc...
Tudo é folha, por isso algumas casa cultuam a Ossaim nas linhas das matas

Ossaim é quem cuida, e entrega todo o Axe contido na folha, para que este abençoe a vida de quem ira utilizar sua força, por isso sempre que fomos colher folhas, ervas e flores da natureza, devemos pedir a permição e a benção de Ossaim!
Ossaim carrega em sua mão uma ferramente de cultivo de solo, chamada de “Opassanìyn” que são varias hastes de metal
Sua cor de guia é o Verde, ou o branco rajado de verde
Seu dia é a quinta feira, porem a outras casas ou nações que o cultuam na terça
Na Umbanda existem 3 exus fortemente ligados a força de Ossaim
Exu Rei Das Matas
Exu 7 Folhas
Exu 7 Matas
"Lembrando que cada casa tem sua ritualistica e seu axé individual e assim deve ser respeitado, pois ali esta o axé do guia daquela casa!" 

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Igba ossaim

Igba ossaim

Assentamento de OssaimAgué. No candomblé do Ile Ase Ijino Ilu Orossi.
Igbá[1] Osanyin, assentamento de ossaim ou agué, como é chamado popularmente pela cultura Jeje-Nago, são construídos com recipientes de barro como alguidá, quartinha, talha etc.

Confecção[editar | editar código-fonte]

Sobreposto em um alguidá um vasso de barro ou talha de duas ou três alças, são dispostos vários apetrechos, são encontrados vários tipos de búzios, moedas antigas de pratacobre e níquel, vários tipos de sementes como aridan olho de boilelecunbejerecumaribéobiatarê orobô, miniatura de cachimbo em quantidade de sete (7) confirmando sua ligação com os odus iká e uma argamassa com variado tipo de folha sagrada, em especial sete plantas chamadas gervão,akokoIrokòKunkundukunkuEwê laráperegunIji opé. Nesta mistura perfeita fixa um Oposayin "ferramenta de ossaim" (uma haste central com um pássaro na ponta construído de ferro, do meio dessa haste saem sete pontas, onde são colocados os cachimbos, em baixo o sagrado apetrecho mais importante de todos os orixas, o otá.
Geralmente uma talha ou um pote bem grande contendo no mínimo quatorze (14) tipos de folha sagrada e uma pequena cabaça cheia de fumo de corda, serve de suporte para este precioso igba orixa.
Nota: Todos assentamentos "igba orixá", devem ser preparados e sacralizados em rituais próprios por Babalorixas ou Iyalorixas. Na preparação de qualquer assentamento de orixá os rituais da sasanhafolha sagrada e água sagrada são imprescindíveis.

Referências

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Cossard, Giselle Omindarewá, Awô, O mistério dos Orixás. Editora Pallas.

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

ENCANTAMENTO DE OSSAIN PARA LIVRAR PESSOAS DO ALCOOLISMO

ENCANTAMENTO DE OSSAIN PARA LIVRAR PESSOAS DO ALCOOLISMO

2 cervejas brancas;
sal.

Esse encantamento deve ser feito dentro da mata, em um local limpo.
Abra as duas garrafas de cerveja e coloque bastante sal dentro delas (quase todos as oferendas feitas à Ossain levam muito sal).

SIMPATIA DE OSSAIN PARA CURAR ASMA

SIMPATIA DE OSSAIN PARA CURAR ASMA

1 alguidar grande;
1 folha de bananeira;
1 pedaço de fumo de rolo;
mel;
1 vela branca.
Coloque, sobre a folha de bananeira, o fumo e o mel. Deixe tudo aberto sobre o alguidar. Leve essa oferenda a uma praça bem limpa ou a uma floresta. Pronuncie três números: sete, quatorze e vinte e um e peça que Ossain, orixá da cura, tire toda a asma que aflige a pessoa (falar o nome do doente). De preferência, faça isso numa quinta-feira.
Não esqueça da paga de Exú primeiro.

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

OS FILHOS DE OSSAIM

Os filhos de Ossaim são tidos como pessoas introvertidas, misteriosas e discretas. Não gostam muito de opinar em assuntos que não lhe digam respeito. Além do mais, falam muito pouco sobre sua vida particular e do passado. Dão muito valor à sua liberdade e são pessoas pacientes. Também são apegados aos animais. O equilíbrio das emoções é outra característica marcante, ou seja: são do tipo voltado ao racional, e isso lhes confere um certo afastamento das questões sociais e da vida familiar.


Os filhos de Ossaim são sempre muito independentes, desde muito cedo, são bastante racionais e equilibrados, não gostam de badalações e preferem o isolamento. Gostam da terra, da mata, da vida e são muito dedicados à religião.
Os filhos de Ossaim não toleram enganações. O lado positivo é que são pessoas reservadas, estudiosas, sinceras, obedientes, são introspectivos e ao mesmo tempo alegres, cientistas de mão cheia, capazes de desvendar qualquer mistério.

São corajosos, são pessoas que se entregam às pesquisas, a arte de curar, e desenvolvem poderes para benzeduras, chás, banhos e encantamentos, por conta de sua facilidade em aprender o domínio sobre as ervas. Como amantes são de veneta, às vezes são impossíveis, insaciáveis e às vezes se entregam por longo tempo à abstinência sexual. São profissionais altamente competentes e responsáveis por seu trabalho seja ele qual for. Não suportam brigas, mas quando irados são péssimos adversários.


Os filhos de Ossaim são dados ao estudo humano, sua tendência é sempre conhecer muito bem aqueles que os cercam. O lado negativo dos filhos de Ossaim: são feiticeiros, são verdadeiros bruxos dados à criação de poções mágicas para fazer sumir, fazer aparecer, pós-mágicos para toda espécie de coisas. São extremistas, capazes de acabar com a própria vida se for preciso.

São traiçoeiros, são enganadores, articuladores, misteriosos, capazes de qualquer maldade. Contudo sua presença é sempre muito desejada, pois possuem muito axé. Porém deve se lidar com os filhos de Ossaim com muito cuidado, pois eles têm uma leve impressão de estar sempre vigiando, passa às vezes uma forte carga negativa através do olhar. As pessoas com certeza têm a maior facilidade de absorver a negatividade e acabam caindo como mosca no mel, pois a força negativa dos filhos de Ossaim está concentrada no olhar. São vingativos, às vezes até mesmo covardes, pois trazem o inimigo para o seu habitat natural com a imposição para destruí-lo.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

LENDAS DE OSSAIM

Descendo de Orun, Ossain se tornou um Orixá solitário. Enfeitiçou Oxóssi para este morar na floresta consigo. Ensinou os segredos das folhas para Oxóssi, mas, Iemanjá e Ogum (a pedido de sua mãe) recupera o filho do poder de Ossain e deixa este sozinho outra vez. Certo dia, querendo ser conhecedor das plantas que Ossain guardava com tanto afinco em suas cabaças, Xangô pediu à Iansã que esta soprasse um vento bem forte na floresta de Ossain para ele poder recolher as ervas. Iansã por amor a Xangô assim faz. Mas com a quebra das cabaças e as ervas sendo espalhadas todos os Orixás correm para recolher as ervas. Pronunciando uma frase mágica Ossain faz com que as ervas voltem para a sua floresta, ficando cada Orixá com algumas ervas, mas sem o efeito (axé). Ossain então decide que cada Orixá poderá ter o seu Axé das ervas deste que ao recolhê-las peça licensa a ele.

1- OSSAIM RECEBE OS SEGREDOS DAS ERVAS.
"Ossanyin havia recebido de Olodumaré o segredo das ervas. Estas eram de sua propriedade e ele não as dava a ninguém, até o dia em que Xangô se queixou à sua mulher, Oyá-Yansã, senhora dos ventos, que somente Ossanyin conhecia o segredo de cada uma dessas folhas e que os outros deuses estavam no mundo sem possuir nenhuma planta. Oyá levantou as saias e agitou-as, impetuosamente.
Um vento violento começou a soprar. Ossayin guardava o segredo das ervas numa cabaça pendurada num galho de árvore. Quando viu que o vento havia soltado a cabaça e essa tinha se quebrado ao bater no chão, ele gritou: "Ewé O!! Ewé O!!, Oh! as folhas! Oh! as folhas!!" mas não pôde impedir que os deuses as pegassem e as repartissem entre si".
A colheita das folhas deve ser feita com cuidado extremo, sempre em lugar selvagem, onde as plantas crescem livremente. Aquelas cultivadas nos jardins devem ser desprezadas, porque Ossanyin vive na floresta, em companhia de Aroni, um anãozinho, comparável ao Saci-pererê, com uma única perna e, segundo se diz no Brasil, fumando permanenemente um cachimbo feito de casca de caramujo,enfiada numa vara oca e cheia de suas folhas favoritas. Por causa desta união com Aroni, Ossanyin é saudado com a frase seguinte: "Holá! Proprietário-de-uma-única-perna-que-come-o-proprietário-de-duas-pernas!", alusão às oferendas de galos e pombos, que possuem duas patas, a Ossanyin-Aroni, que não tem senão uma perna.
Os curandeiros, quando vão recolher plantas para seus trabalhos, devem fazê-lo em estado de pureza, abstendo-se em relações sexuais na noite precedendo e indo à floresta, durante a madrugada, sem dirigir a palavra a ninguém. Além disso, devem ter cuidado em deixar uma oferenda em dinheiro, no chão, logo que cheguem ao local da colheita.
Ossanyin está estreitamente ligado a Orunmila, o senhor das adivinhações. Estas relações, hoje cordiais e de franca colaboração, atravessaram, no passado, períodos de rivalidade. As lendas refletem as lutas de precedência e de prestígio entre adivinhos-babalaôs e curandeiros. Como estas histórias são transmitidas pelos Babalaôs, não é de estranhar que tenham a glorificar mais Otunmila e os adivinhos babalaôs do que Ossanyin e os curandeiros.
Segundo uma lenda recolhida por Bernard Maupil, "assim que Orunmila nasceu, pediu um escravo para lavrar seu campo; compraram-lhe um no mercado. Era Ossanyin. Na hora de começar seu trabalho, Ossanyin percebeu que ia cortar a erva que curava a febre. E então gritou: "Impossível cortar esta erva, pois é muito útil. A segunda, curava dores de cabeça. Recusou-se, também, a destruí-la. A terceira, suprimia as cólicas. Na verdade, disse ele, não posso arrancar ervas tão necessárias. Orunmila, tomando conhecimento da conduta de seu escravo, demonstrou desejo de ver estas ervas, que ele se recusava a cortar e que tinham grande valor, pois contribuíam para manter o corpo em boa saúde. Decidiu, então, que Ossanyin ficaria perto dele para explicar-lhe a virtude das plantas, das folhas e das ervas, mantendo-o sempre ao seu lado na hora das consultas".

2-Ossaim era o nome de um escravo que foi vendido a Orunmilá. Um dia ele foi à floresta e lá conheceu Aroni, que sabia tudo sobre as plantas. Aroni, o gnomo de uma perna só, ficou amigo de Ossaim e ensinou-lhe todo o segredo das ervas. Um dia, Orunmilá, desejoso de fazer uma grande plantação, ordenou a Ossaim que roçasse o mato de suas terras. Diante de uma planta que curava dores, Ossaim exclamava: “Esta não pode ser cortada, é a erva que cura as dores”. Diante de uma planta que curava a febre, dizia: “Esta também não, porque refresca o corpo”. E assim por diante.
Orunmilá, que era um babalaô muito procurado por doentes, interessou-se então pelo poder curativo das plantas e ordenou que Ossaim ficasse junto dele nos momentos de consulta, que o ajudasse a curar os enfermos com o uso das ervas miraculosas. E assim Ossaim ajudava Orunmilá a receitar e acabou sendo conhecido como o grande médico que é.
3-
Ossaim, era senhor das folhas, da ciência e das ervas, o Orixá que conhece o segredo da cura e o mistério da vida. Todos os Orixás recorriam a Ossaim para curar qualquer moléstia, qualquer mal do corpo. Todos dependiam de Ossaim na luta contra a doença. Todos iam à casa de Ossaim oferecer seus sacrifícios e em troca ele lhes dava preparados mágicos: banhos, chás, infusões, pomadas, abô, beberagens. Curava as dores, as feridas, os sangramentos; as disenterias, os inchaços e fraturas; curava as pestes, febre, órgãos corrompidos; limpava a pele purulenta e o sangue pisado; livrava o corpo de todos os males.
Um dia Xangô, que era o deus da justiça, julgou que todos os Orixás deveriam compartilhar o poder de Ossaim, conhecendo o segredo das ervas e o dom da cura. Xangô sentenciou que Ossaim dividisse suas folhas com os outros Orixás. Mas Ossaim negou-se a dividir suas folhas com os outros Orixás. Xangô então ordenou que Iansã soltasse o vento e trouxesse ao seu palácio todas as folhas das matas de Ossaim para que fossem distribuídas aos Orixás. Iansã fez o que Xangô determinara. Gerou um furacão que derrubou as folhas das plantas e as arrastou pelo ar em direção ao palácio de Xangô. Ossaim percebeu o que estava acontecendo e gritou: “Euê Uassá!”. “As folhas funcionam!”
Ossaim ordenou às folhas que voltassem às suas matas e as folhas obedeceram às ordens de Ossaim. Quase todas as folhas retornaram para Ossaim. As que já estavam em poder de Xangô perderam o Axé, perderam o poder da cura. O Orixá rei, que era um Orixá justo, admitiu a vitória de Ossaim. Entendeu que o poder das folhas devia ser exclusivo de Ossaim e que assim devia permanecer através dos séculos. Ossaim, contudo, deu uma folha para cada Orixá, deu numa euê para cada um deles. Cada folha com seus axés e seus efós, que são as cantigas de encantamento, sem as quais as folhas não funcionam. Ossaim distribuiu as folhas aos Orixás para que eles não mais o invejassem. Eles também podiam realizar proezas com as ervas, mas os segredos mais profundos ele guardou para si.
Ossaim não conta seus segredos para ninguém, Ossaim nem mesmo fala. Fala por ele seu criado Aroni. Os Orixás ficaram gratos a Ossaim e sempre o reverenciam quando usam as folhas.