CHEIRO DE LANCHE NO MEIO DA GIRA? RESPEITO TEM LIMITE.
CHEIRO DE LANCHE NO MEIO DA GIRA? RESPEITO TEM LIMITE.
Vender lanches ou alimentos no terreiro para ajudar nas despesas da casa é algo compreensível e até válido, desde que feito com organização, bom senso e, acima de tudo, em local afastado do espaço sagrado e em momento oportuno.
O que tenho visto por aí é uma verdadeira lanchonete montada bem ao lado da assistência, com cheiro forte de fritura, barulho de fogão, gente servindo e comendo bem no meio do ritual. Isso quebra toda a concentração, dispersa a energia acumulada e é uma falta de respeito enorme com quem está ali presente e com os Guias que chegam com toda a solenidade.
O momento da gira exige:
✅ Concentração mental e espiritual de todos os presentes;
✅ Limpeza vibratória do ambiente — o cheiro forte de comida compete com a defumação, com as ervas e com a vibração que se forma;
✅ Postura de recolhimento, silêncio e dignidade diante do sagrado.
Como um médium vai se entregar plenamente para a incorporação? Como um consulente vai ouvir a orientação do seu guia com atenção e fé, ouvindo o barulho de talheres e sentindo o cheiro de salgado no nariz?
Terreiro é templo, não praça de alimentação. Se vai haver venda ou distribuição de lanches, que seja num espaço separado, antes do início da gira ou depois que todo o trabalho sagrado já tiver terminado.
Durante o trabalho, o foco é o sagrado. Ponto final. ✋🏿🔥
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