"DEU DE ESPERTA E CAIU DE NOVO."
— BRONCA DA POMBA GIRA —"DEU DE ESPERTA E CAIU DE NOVO."
— BRONCA DA POMBA GIRA —
Chega mais, meu bem. Olha pra mim e não desvia o olhar.
Tu saiu de um casamento e já entrou em outro. Chama isso de recomeço? Não. Fugiu pra frente. Deu de esperta, fez coisa escondida, pensou que enganou todo mundo — e caiu na mesma armadilha de novo.
Aquele homem novo? Tu acha que é vida nova. Mas não é. Tu só quer tapar o buraco que ficou. Usar ele pra não sentir dor. Mas vazio não se enche com pessoa nova — se enche com verdade. E verdade tu não tiveste.
Tu não enterrou o que morreu. Não chorou. Não aprendeu. Pulou direto pro outro. E o que não se cura, repete. A malandragem que usou antes, carrega agora. O segredo que guardou, pesa hoje. Quem foge não deixa o passado pra trás — leva junto na mala.
Então hoje eu te digo firme:
1️⃣ Para de pular. O que acabou precisa ser enterrado. Se não viver o fim, não começa de verdade. Pular é fugir — não é recomeçar.
2️⃣ Admite contigo mesma. Deu de esperta? Fez escondido? Diz pra ti mesma. Não precisa contar pra ninguém — mas não minta pra ti. Mentira apodrece por dentro. Verdade cura.
3️⃣ Não usa ninguém como remédio. Homem não cura ferida antiga. Se não limpar o que carrega, vai fazer o mesmo erro com ele. E vai doer mais uma vez.
Deu de esperta e caiu de novo, meu bem. A mala pesa demais pra sempre carregar. Abre e joga fora o que não é teu. 🌹
Laroyê! Mojubá!