"PROJETOS SOCIAIS ÓTIMOS, MAS MÉDIUNS QUE PRECISAM DE CRACHÁ?"
"PROJETOS SOCIAIS ÓTIMOS, MAS MÉDIUNS QUE PRECISAM DE CRACHÁ?"
Vamos ser justos e equilibrados. Li uma avaliação que elogiava os projetos sociais e as giras de cura de uma casa, mas fazia uma crítica dura e pontual: giras intermináveis que não acabam, e médiuns que não se conhecem uns aos outros — a ponto de precisarem usar crachás para saber quem é quem.
Isso revela um problema de base. Ter projetos sociais é louvável, é caridade, é fundamento. Mas a alma de um terreiro é a corrente mediúnica. Se os médiuns não têm vínculo, não se conhecem, não se sintonizam entre si… a energia se dispersa. A gira se arrasta, perde força, e o consulente não recebe o que veio buscar.
Quantidade NÃO é qualidade. Uma corrente pequena, unida, sintonizada e com fundamento vale infinitamente mais do que cinquenta médiuns desconexos usando crachá como se fossem funcionários de uma empresa. Organização, sintonia e união vêm antes de qualquer grandeza. Sem isso, o que parece grande… é apenas pesado. ✋🏿
E você? Prefere uma gira curta, focada e potente… ou aquela que parece nunca acabar, com muita gente e pouca força? Me conta aqui nos comentários! 👇
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