sexta-feira, 16 de outubro de 2020
Hierarquia do candomblé ketu!
Abiku
Abiku
Iluminando as Sombras da Culpa
Iluminando as Sombras da Culpa

“Por minha culpa, minha tão grande culpa "– (Ato Penitencial)
Reflexão
Reflexão
Ninguém vai a missa pedir a destruição da vida de uma pessoa.
Ninguém pede que o padre interceda junto a Deus para que Este lhe arrume clientes que se submetam a ser enganados e extorquidos...
As pessoas vão a suas igrejas para agradecer pela vida...pela saúde...pela paz....
Não vão em busca de fortunas...vão para rezar...não vão para exigir....vão para pedir...
Muitos vão também para fazer a linha social é claro...
Está certo que Orisà não é religião...mas...porque que a maioria que busca Orisà não compreende que a dignidade, a ombridade, a sinceridade, a verdade tem que ser ainda maior?
Porque pensam que Orisà está para servi-los?
Será porque são negros? Sera resquicio da mentalidade escravocrata? Será que os que assim agem, pensam que Orisà é obrigado a alguma coisa?
Pois é...não é não...não é obrigado a nada!
Orisà não é agência de matrimonio.
Orisà não é agência de emprego.
Orisà não é integrante dos Vingadores.
Orisà não destrói lares (pelo contrario)
Orisà não é promiscuo
Orisà é vida...é saúde...é paz....é verdade....é dignidade....é sagrado...é divino...
Portanto, se acendeu uma vela para Deus na igreja e não obteve o que quis, não vai achando que vai ascender uma vela para o Diabo e que tudo se resolverá.
O mesmo Deus de lá é o de cá...com a diferença que, enganado pelo preconceito, muitas pessoas acabam por mostrar suas verdadeiras faces, tendo em vista que para o "Diabo", que tem tantos pecados, não há necessidade de manter as máscaras.
domingo, 11 de outubro de 2020
TRABALHOS MÉDIUNICOS REALIZADOS NO LAR
TRABALHOS MÉDIUNICOS REALIZADOS NO LAR
PERGUNTA: - E que dizeis dos trabalhos mediúnicos realizados no lar onde a receita, o passe, a água fluidificada e o conselho são recursos convocados facilmente, mas para atender com exclusividade a toda a parentela?
RAMATÍS: - É sempre louvável que a família se reúna para o intercâmbio mediúnico, no seio do lar, em vez de viciar-se à jogatina doméstica, regada a rum, gin, vodka ou uísque fornecidos pelo "barzinho" de casa. No entanto, os médiuns já desenvolvidos e com serviços determinados pelo Alto não devem estiolar-se em compromissos egoístas e exclusivos à família ou parentela interesseira, e que os explora à semelhança de um rico veio de ouro.
Alguns médiuns imprudentes são prestimosos, solícitos e acodem prazenteiramente a participar das sessões na casa do famoso acadêmico, do político prestigioso ou do militar graduado, exaurindo-se em esforços para provar-lhes a sobrevivência da alma, a que eles opõem malicioso ceticismo. Lastimavelmente, deixam-se dominar por um complexo messiânico de provar a imortalidade do espírito aos amantes do mundo de César e indiferentes ao reino de Cristo, negligenciando, porém, seu concurso às tarefas de esclarecimento espiritual de irmãos mais modestos. Os mais afoitos enfrentam noites chuvosas e frígidas para atender às indagações particulares e capciosas dos ricos curiosos, mas em noites enluaradas desculpam-se de visitar o tugúrio do operário pobre ou a choupana da velhinha analfabeta.
O médium que realmente se devota aos objetivos fundamentais da doutrina espírita não deve distinguir, no socorro espiritual, o soldado ou o general, o pobre ou o rico, o analfabeto ou o sábio, a prostituta ou a dama, o delinqüente ou o bom cidadão. E quando se entrega, incondicionalmente, às indagações excessivas por parte dos ricos de intelecto ou fartos de sensações, não demora a transformar-se numa espécie de "caixinha de perguntas indiscretas" daqueles que se interessam somente por assuntos ou problemas de ordem material. Realmente, o trabalho mediúnico no lar pode transformar-se em uma etapa de progresso espiritual da própria família, assim como recurso doutrinário mais eficiente para os parentes desencarnados. Mas o serviço com o Cristo requer do médium a sua ação proveitosa no mundo profano, cooperando com o medicamento, o passe, a água fluidificada e o conforto espiritual em favor das criaturas que realmente procuram a paz espiritual e o conhecimento de si mesmas.
PERGUNTA: - Conhecemos alguns trabalhos mediúnicos realizados exclusivamente no lar, em que vários dos seus familiares desencarnados reajustaram-se e livraram-se de suas perturbações no Além, graças à doutrinação que lhes foi proporcionada pelos seus parentes ainda encarnados. Que dizeis?
RAMATÍS: - Todo trabalho medi único de intuito benfeitor é serviço louvável e cooperação às tarefas dos guias espirituais, os quais vivem onerados pelo imenso serviço de socorro aos espíritos perturbados no mundo astral. Mas é preciso que os componentes das sessões mediúnicas domésticas, que tanto podem esclarecer os parentes desencarnados como outros espíritos em perturbação, não prescindam do estudo e do contacto com os irmãos mais experimentados a fim de conseguirem resultados mais seguros e proveitosos.
Os grupos familiares que se acomodam ingenuamente aos ensinamentos habituais e se entregam com displicência à orientação exclusiva do guia da casa ou do médium principal da família, indiferentes ao conhecimento e à experimentação progressiva da doutrina espírita, terminam por estagnar-se num intercâmbio mediúnico anímico e improdutivo.
A inexperiência doutrinária e a falta do mínimo conhecimento da psicologia humana quase sempre terminam por escravizar os membros da sessão doméstica à influência absoluta do animismo incontrolável do médium principal. Então a fantasia otimista substitui a veracidade espiritual das comunicações, especialmente quando se referem aos parentes desencarnados.
PERGUNTA: - Podereis exemplificar-nos melhor essa situação?
RAMATÍS: - É de senso comum que a família terrena além de fortemente sentimentalista, ainda é apegada aos preconceitos e às tradições ancestrais.
O ladrão de cavalos, que faz parte da família do nosso vizinho antipático, é sempre um ladrão de cavalos; porém, quando ele é nosso parente, alegamos que se trata de um aventureiro, um boêmio, cuja vileza e desonestidade causam até humorismo. Em conseqüência desse orgulho de raça, o parente desencarnado ou seja a "prata da casa", malgrado esteja enfrentando sérias dificuldades espirituais no Além-túmulo, geralmente "baixa" na sessão espírita da família alegando saudade ou algum incômodo de breve duração, mas sempre com alguma "luz" que já mereceu no Espaço. Os seus defeitos, a sua avareza ou egoísmo censuráveis, que manifestou na vida carnal, desaparecem miraculosamente. E então, acontece o seguinte: aqui, o esposo desencarnado, que foi administrador corrupto e homem sensual, perseguidor de donzelas, baixa pela esposa-médium, que no seu animismo sentimentalista o julga amparado pelos espíritos do Alto, afirmando que em vida praticara inúmeros atos bons e fizera a caridade ocultamente; ali, o negociante impiedoso, egoísta e avaro, que só atendia ao conforto e à suntuosidade da família, mas retinha o pagamento do mísero operário ou penhorava os bens da viúva pobre, "incorpora", manifestando virtudes ou sentimentos que não possui; acolá, o filho perdulário, viciado e indiferente à luta heróica dos progenitores terrenos, manifesta-se pela médium-parente afirmando que a sua rebeldia filial resultava de maus espíritos que o perseguiam.
A família espírita, mas de poucas letras e ignorante dos mais rudimentares princípios da psicologia, acredita, ingenuamente, que a morte do corpo é salutar banho miraculoso, capaz de modificar instantaneamente os espíritos faltosos e imperfeitos. Julga que as portas do céu entreabrem-se festivamente para os seus parentes, embora eles tenham sido pecadores empedernidos, pois há de descobrir-lhes as virtudes ocultas e ignoradas, aflorando depois da desencarnação.
É muito difícil convencer os terrícolas de que eles são os únicos responsáveis pelos seus atos, cumprindo-lhes sofrer os efeitos bons ou maus após a morte. Não conhecemos, no Além, qualquer processo de magia capaz de atear fulcros de luz no coração daqueles que ainda não souberam apurar o sentimento crístico no contato com o mundo material.
Diz um provérbio hindu, que "o pecado do vizinho é virtude em nossa casa", motivo pelo qual os médiuns participantes de trabalhos mediúnicos no seio do lar ainda se deixam dominar pelo falso sentimentalismo que minora sempre o passado pecaminoso do parente desencarnado. Não há dúvida de que, para a família, o resfriado do caçula é acontecimento bem mais importante e trágico do que a tuberculose que devora o filho alheio. Mas o certo é que o fenômeno corriqueiro da morte física não estabelece privilégios nem produz milagres extemporâneos, pois aqueles que atravessam a vida terrena cometendo estripulias condenáveis pelas leis espirituais, embora o otimismo dos encarnados depois lhes atribua virtudes ignoradas, hão de permanecer perturbados no Além e destilando os venenos psíquicos que tenham movimentado contra si mesmos. Malgrado nas sessões mediúnicas familiares os médiuns descubram louvores e dons espirituais desconhecidos nos seus parentes desencarnados, estes não se eximem de colher os frutos podres das sementes daninhas que tenham semeado na existência física. E nada é mais constrangedor e desairoso para os espíritos desencarnados, do que ouvirem louvores e
serem agraciados com atributos santificados, quando ainda sentem na alma o fel amargos o de suas próprias vilezas morais e mazelas espirituais.
RAMATIS - ELUCIDAÇÕES DO ALÉM
sexta-feira, 2 de outubro de 2020
Pensamentos desistência
Pensamentos desistência
O primeiro a me abraçar foi meu preto velho, e ele me disse: "Filho serei sempre o abraço que você precisa na dificuldade, comigo você pode sempre contar."
Logo em seguida veio a preta velha, sorriu, pegou um terço que estava em seu pescoço coloco em minha mão e disse: "Filho quando estiver com o coração amargurado e com medo, ore com fé que eu venho lhe ajudar."
Logo em seguida meu caboclo deu um brado tão forte que me arrepiei dos pés a cabeça, e me disse: "No meu brado todos os seus medos e inseguranças vão perder a força."
Logo em seguida veio minha cabocla e me olho firme, tirou uma pena do seu coçar e disse: "Seja leve feito uma pena, mas saiba aonde pousar."
Logo em seguida veio meu erê, me rodeou jogou uma luz colorida e disse: "Vim colorir seu coração, ele anda muito triste."
Logo em seguida meu boiadeiro pegou seu laço e começou a rodar, tocou seu berrante e disse: "Enquanto eu for boiadeiro filho nenhum dos meus se perde na estrada."
Calmamente meu cigano me olhou, piscou e disse: "Seja livre feito o vento, saiba caminhar alegremente é quando estiver perdido é só olhar para as estrelas, olhe, que lá vou estar para lhe guiar."
Quando eu ia me levantar olhei para o lado e minha pombogira me deu a mão e disse: "Todas às vezes que você cair eu vou lhe ajudar a levantar, no chão você nunca vai ficar."
Lá na porteira dando segurança, meu Exú deu uma gargalhada e disse: "Gostou moço, da surpresa? Desistir pra que rapaz? Olha quantas pessoas acreditam em você. Enquanto nós espíritos formos firmes em sua vida, seu caminho será sempre a Umbanda" e com um lindo sorriso ele bateu seu tridente no chão e todos os espíritos se foram.
Foi quando eu olhei pro congá e vi das mãos de Oxalá uma intensa luz a minha frente, senti uma enorme paz, vi meu pai Oxóssi me abraçar e me cobrir com as folhas de sua mata.
Vi minha mãe Yansã levantando vento e tirando tudo de negativo que eu mesmo coloquei em meu caminho. Logo em seguida, todos os Orixás me abraçaram e foi aí que percebi que a Umbanda será sempre a luz que guia meu caminho. Que qualquer estrada que eu caminhar, a força que eu carrego ao meu lado sempre vai estar."
itã
itã
Ser de Iansã
Ser de Iansã
É ter um exército de loucos
a avançar sobre sua cabeça
e não se desesperar;
à sua frente corre Bagan.
Mojuba, senhora dos passos firmes
que marcha e golpeia as maldades do mundo
com garra e destemor.
Nada reclamarei ao lado teu
É ver o mundo congelar
com a frieza dos corações
e não sentir o arrepio
Que Kará já te abraçou.
Mojuba, senhora do tacho mais quente
que alimenta os filhos mesmo faminta após a batalha
De nada sentirei falta ao lado teu
É ter o chão se abrindo sob os pés
e não se apavorar,
que quem te põe no ar é Gambelê.
Mojuba, grande mãe, senhora conhecedora dos dois mundos,
que não teme a face da morte e faz sorrir a face da vida.
Nada temerei ao lado teu
É ver se aproximando
destruidora e impetuosa queda d'água
sem te afogar.
É Onira quem caminha sobre o rio caudaloso.
Mojuba, minha senhora, revoada de borboletas
raio de ouro na manhã de sol após a tempestade.
Que jamais perderei a fé ao lado teu
que superem as agruras dos seres de Iansã,
porque se o ditado diz
que Deus dá o frio conforme o cobertor,
nascemos de Iansã e de Iansã morreremos
porque não há ninguém nesse mundo
que como Ela, que nos escolheu
saiba transformar guerra e dor
em triunfo e amor.
é conhecer o frio
e dispensar o cobertor.
Pois o abraço de Mãe é mais quente.
@barravento.oficial
Manias
Manias
ERUEXIM DE IANSÃ
ERUEXIM DE IANSÃ
com medo do cavalo e sim, de seu rabo! Para ajudar Oyá, correu até a mata, caçou um cavalo, cortou seu rabo, amarrou em várias cordas, colocou dentro do bambu de Oyá e formou a ferramenta eruexim.
Entregou a Oyá, que bateu com ele pra cá e pra lá, formando uma imensa tempestade, afugentando todos os eguns! Oyá, passou a ser a Rainha dos Eguns! Oyá agradeceu Oxóssi pelo presente e hoje os eguns fogem quando veem Oyá, com seu Eruexim, arrebatando os maus espíritos e
chamando os ventos!
Eparrei Oyá
Texto @filhosdepemba
QUANDO ALGO QUEBRAR NÃO RECLAME!
QUANDO ALGO QUEBRAR NÃO RECLAME!
OBSESSORES NOTURNOS
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O contra egum seu ( significado ) ( ikãn )

