terça-feira, 9 de setembro de 2025

Maria Navalha e as Pombagiras: A Força que Corta o Falso e Abre o Verdadeiro — com Rituais de Poder, Respeito e Transformação

 As malandras surgiram a partir dos anos 50, com o surgimentos de uma entidade, que ninguém conhecia, chamada Maria Navalha.



Dona Navalha surgiu num terreiro de Umbanda Omolocô (Umbanda traçada com Candomblé – Independente da Nação sendo ela, Ketu, Djeje Mahin, Angola) e como até hoje, os Malandros infelizmente são tratados como Exus , ela foi e ainda é em alguns lugares considerada ou tratada como Pombagira, pois muitos terreiros, não fazem gira de Exu separada da de Malandros.
Ela incorporou numa jovem que estava a pouco tempo na religião, tinha características de malandro, ainda que com feminilidade, mais era encantadora, uma entidade diferente, e que atraiu a curiosidade das pessoas da religião na época.
Desde então alguns anos se passaram, e ela continua a brilhar nos terreiros de Umbanda, com todo seu charme e beleza exótica, depois conforme os anos foram passando surgiram outras Malandras, todas ligadas aos seus campos de atuação (trabalho). Normalmente as Malandras fazem par com os Malandros de seus Médiuns, exemplo: Malandra do Morro e Malandro do Morro. Mas isso não é necessariamente uma regra, pode acontecer de serem de diferentes locais, isso depende da evolução do médium, da afinidade do mesmo com as entidades de luz e de como irão trabalhar, para evolução de si mesmos e do próprio médium.
Coisas de Malandra: Cores : Vermelha, Branca e Preta Guia: Vermelha e Branca Indumentária: Roupas nessas cores ; Vermelha, Branca preta, muito raro o tom dourado.
Chapéis: Chapéu Panamá, com Fita vermelha, ou preta, também podem usar chapéu branco (sem fitas), podem usar lenços em seus chapéus ou para enfeitar seus cabelos antes de colocar o chapéu, podem colocar rosas ou cravos vermelhos ou branco no chapéu. Algumas qualidades de malandra gostam de chapéu preto e outras gostam de cartola baixa.
Raramente gostam de cartola alta, quando gostam são nas cores tradicionais (Branca e Vermelha) Algumas usam Calça branca, vermelha ou estampada com estas cores.
Já outras usam Saias, com estampa vermelha e branca, saia branca, saia vermelha, saia com dados, naipes ou cartas de baralho.
Gostam de Blusa listrada (Vermelha e Branca), ou nas cores Preta, Vermelha e Branca.
Também gostam de Roupas de seda (como algumas qualidades de Malandro). Também raramente, algumas Malandras, gostam de uma camisa branca (De botões) por cima da camisa listrada.
Flores: Rosas vermelhas, rosas brancas, cravos vermelhos e brancos, também gostam de flor de chuvisco. Fumo: Cigarros de palha, Cigarros de filtro vermelho ou Cigarros com sabor. Existem ainda as raras exceções de Malandras que fumam Charuto.
Bebida: Cerveja Branca, Cerveja Preta, Batida, Pinga de Coquinho, Conhaque e raramente Whisky ou cachaça (pinga). Objetos: Dados, Navalha, Punhal, Baralho.
Pontos de força: Lapa, Cabaré, Morro, Esquinas, Encruzilhada, Cais do Porto, Cruzeiro das Almas, Calunga (Pois como nossos amigos Malandros, trabalham também com as almas)
São boas amigas, trabalham ajudando as pessoas a largas vícios (Drogas e Álcool) também trabalham desmanchando magia negra, trabalham para assuntos financeiros, e às vezes até tiram seus protegidos e protegidas de enrascadas, também trabalham para amor à Malandragem.
São gentis, simpáticas, as vezes sérias, sempre muito bem vestidas, elegantes, e bem arrumadas, são vaidosas, gostam de receber presentes e adoram perfumes e batons (Principalmente na cor vermelha)
As vezes surgem nomes de entidade, se denominando Malandra, mais nem sempre são, pois como é uma linha nova, existem pessoas que inventam de má fé, nomes que não existem.
Alguns nomes de Malandras e Malandrinhas. Malandra Maria Navalha e sua Falange: -Maria Rosa Navalha - Maria Navalha do Cabaré - Maria Navalha da Lapa - Maria Navalha da Calunga - Maria Navalha das Almas - Maria Navalha da Estrada - Maria Navalha do Cais E outras Malandras… – Malandra 7 Navalhadas – Malandra 7 Navalhas – Malandra Maria 7 Navalhas – Malandra do Cabaré – Malandra Rosa do Cabaré ou Rosa Malandra do Cabaré – Malandrinha do Cabaré - Malandra Maria do Baralho e Malandra do Baralho – Malandra do Morro ou Malandrinha do Morro – Malandra da Lapa ou Malandrinha da Lapa ; Malandra do Cabaré da Lapa – Malandra Rosa da Lapa – Malandra das Rosas Vermelhas dos Arcos da Lapa – Malandra da Rosa Vermelha ; Malandra Rosa Vermelha ( Sendo ela da Lapa, Cabaré) -Malandrinha das Rosas Vermelhas ; Malandrinha da Rosa Vermelha – Malandra das Almas ou Malandrinha das Almas – Malandra das 7 Encruzilhadas – Malandra Maria do Cais ; Malandrinha do Cais ; Malandra da Beira do Cais – Malandra 7 Saias do Cabaré – Malandra da Estrada ; Malandrinha da Estrada – Malandra da Bahia ; Malandrinha da Bahia – Malandra Maria da Boêmia – Malandra dos Arcos da Lapa Salve as nossas Amadas Malandras na Umbanda, Salve a Malandragem!
Que Deus possa sempre Iluminar sempre essas falanges que tanto nos quer Bem!
Texto:Tenda Espírita Vovó Catarina
Postado:#GrupocandonblénaÍntegra 

💄 Maria Navalha e as Pombagiras: A Força que Corta o Falso e Abre o Verdadeiro — com Rituais de Poder, Respeito e Transformação 🌹

Se alguém disser que Pombagira é “perigosa”, “impura” ou “coisa de mal”, respira fundo — e entrega esse texto a essa pessoa.

As Pombagiras não são entidades do caos. São forças da verdade, da justiça, da libertação e da soberania feminina . E a mais icônica delas — aquela que chegou sem pedir licença, sem se explicar, sem se curvar — foi Maria Navalha .

Nos anos 1950 , em terreiros do Rio de Janeiro e São Paulo, uma entidade desconhecida começou a se manifestar. Falava com voz firme, ria sem vergonha, usava linguagem crua — e sempre trazia consigo uma navalha . Não para ferir — mas para cortar ilusões, amarrar rompers, expor hipocrisias .

Ninguém sabia de onde ela vinha. Mas todos entenderam: ela veio para ensinar — e para libertar .

🔪 Maria Navalha: A Mãe das Pombagiras Modernas

Seu nome é um manifesto:

Maria — o sagrado feminino, popular, universal, acolhedor. Navalha — o instrumento do corte preciso, da defesa, da libertação, da verdade nua e crua.

Juntos? Uma força que não aceita submissão, não tolera falsidade, não negocia dignidade .

Elau o caminho para outras Pombagiras — cada uma com seu domínio, sua magia, sua voz:

  • Maria Padilha — rainha das encruzilhadas, dos amores intensos e dos impossíveis tornados possíveis.
  • Pombagira Rainha — majestosa, soberana, dona de seu destino e de seu desejo.
  • Sete Saias — da transformação, da sedução consciente, da liberdade em movimento constante.
  • Cigana — da intuição, da sorte, da dança entre o visível e o invisível.
  • Dama da Noite, Rosa Caveira, Mirongueira — guardiãs de segredos, mestras de caminhos, protetoras das que andam secretas.

💃 Por que “Malandras”?

Porque sabem jogar o jogo da vida — sem perder a essência. Porque viram as costas para o julgamento — e seguiram em frente com a cabeça erguida. Porque ensinam: a mulher pode ser sensual e sábia, livre e poderosa, amorosa e implacável — tudo ao mesmo tempo.

Elas vêm para:

✅ Abrir caminhos onde tudo parece fechado — no amor, no trabalho, na alma. ✅ Cortar energias de inveja, traição, manipulação e sabotagem. ✅ Devolver o poder à mulher que foi silenciada, diminuída ou esquecida de si mesma. ✅ Ensinar a dizer “não” — sem culpa, sem medo, sem pedir desculpas. ✅ Proteger quem sofre abuso, humilhação ou opressão. ✅ Virar a mesa — quando a vida insiste em ser injusta.




🕯️RITUAIS SAGRADOS PARA TRABALHAR COM MARIA NAVALHA E AS POMBAGIRAS

⚠️ Antes de tudo: respeito, gratidão e intenção justa. Pombagira não é força para vingança — é força para justiça, cura e libertação . Jamais chame por curiosidade, brincadeira ou maldade. Ela responde — e cobra com a mesma moeda.


🌹 Ritual de Abertura de Caminhos com Maria Navalha

Ideal para: Quando você sente que está preso(a), estagnado(a), ou sendo sabotado(a) por forças visíveis ou invisíveis.

Você vai precisar de:

  • 1 vela vermelha (para força) ou preta (para corte e proteção)
  • 1 taça de champanhe, vinho doce ou uísque (o que tiver com você)
  • 1 rosa vermelha (natural ou de tecido — simboliza a beleza que persiste)
  • 1 colher de mel + 1 pitada de canela em pó (num pratinho — doçura e movimento)
  • 1 navalha simbólica (pode ser de madeira, metal inofensivo ou até um desenho — o símbolo basta)

Como fazer:

  1. Escolha um canto limpo e tranquilo — seu altar, mesa ou até o chão, se for com respeito.
  2. Acenda a vela e diga, com verdade:

    "Maria Navalha, malandra da justiça, corta o que me prende, abre o que me serve, protege meu caminho. Aqui está minha oferenda com respeito e gratidão."

  3. Disponha a rosa, a taça e o pratinho com mel e canela ao lado da vela.
  4. Deixe a vela queimada por pelo menos 15 minutos — nunca deixe sem vigilância.
  5. Ao apagar (com os dedos ou abano — nunca com sopro), agradeça:

    "Obrigada, Maria Navalha. Que seu corte seja minha libertação. Axé!"

  6. No dia seguinte, joguei as ofertas em local com terra ou água corrente — devolvendo à natureza.

💋 Ritual de Autoestima e Soberania com Pombagira Rainha

Ideal para: Mulheres que precisam se reconectar com seu poder, sua beleza e sua voz.

Você vai precisar de:

  • 1 batom vermelho (sua coroa invisível)
  • 1 espelho pequeno (seu portal de autoconhecimento)
  • 1 vela rosa (amor-próprio) ou vermelha (força)
  • Seu perfume favorito (sua assinatura energética)

Como fazer:

  1. Passe o batom vermelho nos lábios — como um ato de coroação.
  2. Olhe-se no espelho e diga, com firmeza:

    "Pombagira Rainha, me cobre com sua majestade. Que eu seja vista, respeitada, desejada no amor verdadeiro, temida por quem me quer mal. Minha beleza é meu poder. Minha voz, minha lei."

  3. Pingue 3 gotas de perfume no espelho. Acenda a vela ao lado.
  4. Fique em silêncio por 5 minutos — sentindo sua postura mudar, sua energia subir.
  5. Agradeça e carregue o espelho na bolsa por 7 dias — como talismã de soberania.

🔮 Ritual de Corte e Justiça com Maria Navalha

Ideal para: Encerrar ciclos tóxicos, romper amarras, proteger-se de traições ou energias pesadas.

Você vai precisar de:

  • 1 folha de papel
  • 1 caneta vermelha
  • 1 navalha simbólica (ou faca de cozinha limpa — só para representar o corte)
  • 1 vela preta (para encerramento e proteção)

Como fazer:

  1. Escreva no papel o que deseja cortar: nome, situação, sentimento (ex: “inveja”, “medo”, “relacionamento abusivo”).
  2. Coloque o papel sobre uma superfície segura. Acenda a vela preta ao lado.
  3. Com a navalha ou faca, “corte” o papel ao meio, dizendo com autoridade:

    "Maria Navalha, corte o que me fere. Que esse laço se rompa agora, em nome da justiça divina. Nada que me prejudique terá poder sobre mim."

  4. Queime o papel na chama da vela (com cuidado!) ou entre em local afastado.
  5. Lave as mãos com água e sal grosso — selando sua proteção e purificação.

💋 As Pombagiras não vieram para assustar. Vieram para lembrar. Que mulher pode ser inteira — sensual e sábia, livre e poderosa, amorosa e implacável. Que amor não é submissão. Que justiça não é crueldade. É que malandragem, quando guiada pela sabedoria, vira proteção divina.




Se você sente o chamado deles — escute . Se precisa da força delas — peça com respeito . Se foi ajudado por elas — nunca, jamais, esqueça de agradecer .

Elas aí — na esquina da sua coragem, no espelho da sua verdade, no vento que sopra sua mudança, no riso solto da mulher que decidiu não se calar mais.

🌹Axé , Maria Navalha. Axé, Pombagiras. Que seu corte nos liberte — e sua luz nunca nos abandone.

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