domingo, 19 de abril de 2026

CIGANA SALOMÉ: A CURANDEIRA DO ORIENTE E GUARDIÃ DAS ALMAS

 

CIGANA SALOMÉ: A CURANDEIRA DO ORIENTE E GUARDIÃ DAS ALMAS

CIGANA SALOMÉ: A CURANDEIRA DO ORIENTE E GUARDIÃ DAS ALMAS 🍾🍸⚘

Há entidades cuja luz não nasce em um tempo, mas atravessa os séculos como um fio de seda dourada. Cigana Salomé é uma delas. Antiga, sábia e de uma beleza que transcende o físico, ela caminha entre nós não como lenda distante, mas como presença viva, ativa e acolhedora. Sempre ao lado de seus apadrinhados, sempre presente na Tenda de Sara, ela carrega nos véus a memória do deserto, nas mãos a ciência da cura e no olhar a profundidade de quem já leu mil almas. Sua história não se escreve em livros; respira no vento que sopra das antigas caravanas, nas areias que guardam pegadas de povos nômades, na sabedoria que floresce muito antes da era cristã.

ORIGENS E CAMINHADAS NO TEMPO

Salomé viveu quando o mundo ainda se orientava pelas estrelas, pelos oráculos e pela voz da terra. Sua tribo, povo do deserto, percorreu o Egito, a Índia, a China, a Pérsia, a Turquia e o Marrocos. Não eram apenas viajantes; eram portadores de saberes ancestrais, curadores de corpos e espíritos, guardiões de segredos que a natureza sussurrava aos ouvidos atentos. Em vida, cercava-se de animais com amor e reverência. Tinha predileção por aves ornamentais, e o pavão tornou-se seu símbolo sagrado, espelho de sua alma multicolorida, majestosa e em constante renovação. Tinha “jeito” com serpentes, compreendia a linguagem dos répteis como quem entende os ciclos de transformação, morte e renascimento espiritual.
Sua pele morena clara, cabelos escuros e fartos que dançavam ao vento ou se erguiam presos no alto da cabeça, traços que revelam uma beleza serena, carregada de força, mistério e uma presença que acalma apenas por existir.

A BELEZA QUE CURA: OLHAR, DANÇA E CONEXÃO COM A ALMA

Salomé se revela como uma mulher de aparência jovem, mas seus olhos carregam a sabedoria de milênios. Ela não lê apenas mãos; ela lê a alma. Olha diretamente nos olhos do consulente, penetrando além da superfície, acessando o subconsciente, desvendando nós energéticos e proporcionando cura profunda. Para ela, o verdadeiro mistério não está nas cartas ou nos astros, mas na capacidade de enxergar o que o ser humano esconde de si mesmo.
Dançava com véus semitransparentes, lenços esvoaçantes, sedas puras trazidas da China. Cada movimento era uma prece, cada passo, um ritual de conexão com o divino. A dança, para Salomé, nunca foi espetáculo; foi linguagem. Foi ponte entre o visível e o invisível, entre a dor e o alívio, entre a fragmentação e a unidade.

A ALQUIMIA DA CURA: CHAKRAS, CRISTAIS, ERVAS E ORÁCULOS

Entende como ninguém a harmonização dos chakras, a vibração das cores, o poder dos cristais, o aroma das ervas, a alquimia dos óleos e metais. Em vida, manipulava ungüentos e pomadas com especiarias, condimentos, raízes e ervas, curando corpos feridos e acalmando espíritos aflitos. Utilizava oráculos diversos como chaves de acesso à consciência, e a leitura das mãos como mapa de destinos e lições cármicas.
Hoje, no plano espiritual, continua atuando na cura profunda. Canaliza energia, vibra cores, trabalha com cristais e orienta com seriedade. Sua atuação não é mágica passageira; é compromisso com a evolução. Ela não promete milagres; oferece ferramentas. Não resolve por milagre; cura com consciência.

O BAÚ DE ÉBANO E AS PREFERÊNCIAS DA ALMA

Sua devoção se materializa em detalhes que revelam sua essência vibracional. Gosta de vermelho, laranja e seus matizes, branco, areia, marrom, madrepérola e o verde pistache, que para ela vibra como o amarelo da iluminação interior. Usa maquiagem com brilho acobreado, dourado, azul safira. Brincos grandes de estilo oriental, muitas pulseiras, anéis e tornozeleiras que tilintam como mantras ao caminhar.
Guardava suas joias em um baú de madeira ébano entalhado, presente do pai a quem tanto amava, vindo da Antiga Pérsia. O baú a acompanhou até o último suspiro. Conforme seu pedido, após o desencarne, seus pais dividiram seu conteúdo entre o povo, num ato de generosidade, desapego e fraternidade que ecoa até hoje como lição espiritual.
Prefere licores doces como cassis, amora e chocolate. Frutas secas: tâmaras, damascos, uvas. Flores: jasmim, lírio da paz, amarílis, rosas, lótus e, de fato, flores em geral, que considera presentes sagrados da natureza. Perfumes: jasmim, sândalo, baunilha, mel, jacinto, aloés, canela, café. Pedras: safiras em todas as cores e vibrações curativas, esmeralda, jade, turmalina, berilo. Cada elemento não é enfeite; é chave vibracional, linguagem da alma, ponte com o astral.

O PACTO SAGRADO: ÉTICA, VERDADE E SUSTENTAÇÃO

Salomé não trabalha com superficialidade. Ela exige do médium honestidade, correção, respeito absoluto. “Não gosto de mentiras e de desrespeitos”, afirma. “Todos os seres e todas as crenças devem ser respeitados.” Ela atua na aura de ciganos e não ciganos, utiliza cartas e oráculos para orientação séria, mas só o faz quando sente a intenção pura e o trabalho ético.
Quando o médium caminha com verdade, ela abre caminhos, traz o pão e o dinheiro para sustentar famílias, equilibra vidas, restaura dignidade. Sua atuação é clara: a espiritualidade não substitui o esforço humano; ela o potencializa. A cura não cai do céu; nasce da cooperação entre o plano físico e o invisível, entre a fé e a ação, entre a prece e o trabalho honesto.

CURA PLANETÁRIA E A MISSÃO CONTÍNUA

Segundo a mensagem captada em 04 de abril de 2011, Salomé se desligou do invólucro carnal antes de completar quarenta anos, vítima de uma doença que hoje chamaríamos de tifo. Mas partiu em paz. E sua missão não terminou; expandiu-se. Atua no astral a serviço da orientação séria e da cura, e hoje participa dinamicamente da cura planetária. Seu amor pelos animais, pelas plantas, pela terra e pelos seres vivos a coloca na linha de frente do reequilíbrio ecológico e espiritual. Ela é ponte entre o antigo e o novo, entre o deserto e a cidade, entre a dor e a cura.
“Opchá, minha Moça do Oriente.” Que sua luz e seu perfume de jasmim permaneçam na Tenda de Sara. Que Alá, Deus Pai e Mãe, e Santa Sara iluminem sua senda. Que possamos caminhar sempre juntas, com mãos abertas e corações limpos. Esta é uma homenagem viva a uma mentora que esteve, está e estará sempre presente, guiando, curando, ensinando que a verdadeira magia nasce da verdade, que a cura começa no respeito, e que o amor é a força mais antiga e mais poderosa do universo.
Salve Cigana Salomé. Salve a Moça do Oriente. Salve a Cura que Dança.
🍾⚘
Saravá Fraterno, Axé Filhos de Umbanda!



CIGANA SALOMÉ 🍾🍸

Esta maravilhosa entidade de Luz, muito antiga e muito bonita está sempre ao meu lado e presente na Tenda de Sara. Salomé viveu ainda antes da era cristã, no Oriente, Egito, India, China, Pérsia, Turquia, Marrocos, sua tribo percorreu diversos lugares, eram povo do deserto. Esta entidade que se revela geralmente como uma mulher de aparência jovem, fazia previsões através de oráculos diversos, segundo ela, tinha seu próprio oráculo com seu símbolos.

Fazia também a leitura das mãos, porém tudo isso era uma forma de acessar o subconsciente, entende de cura dos chakras, de aromas, óleos, metais e pedras. Costumava olhar diretamente nos olhos ou na"alma da pessoa", como se refere ela mesma, essa é a verdadeira maneira de desvendar os mistérios e proporcionar a cura. Utilizei a imagem de um pavão, pois a mesma, diz admirar muito esta ave, e que em vida teve aves ornamentais, e que sempre gostou de animais, tinha também "jeito" com serpentes. Estatura mediana, pele morena clara, olhos e cabelos escuros bastante compridos e fartos, às vezes soltos com um enfeite de cabeça, outras vezes presos bem no alto da cabeça. Segundo ela desencarnou antes de completar 40 anos, com uma doença que hoje se assemelha ao que chamamos de tifo, e diz ter se desligado em paz do seu invólucro carnal. Desde então, atua no astral a serviço da orientação séria, e da cura. Manipulava também ungentos e pomadas se utilizando de especiarias, condimentos, e ervas e raízes, ajudando a curar muita gente. Gostava de dançar, usa muitos véus semitransparentes, gostava de lenços esvoaçantes e da mais pura seda que vinha da China. " Gosto também de aromas e óleos perfumados, em frascos bonitos e bem trabalhdos, muitos ganhei de presente, assim como leques feitos de plumas de pássaros, e jóias, estas guardava em um baú de madeira ébano entalhado que veio da Antiga Pérsia e que foi presente do meu pai, a quem tanto amava...

Este baú me acompanhou até o dia de minha morte. Conforme meu pedido, meus pais dividiram o conteúdo do mesmo entre o meu povo. Gosto de vermelho, laranja, e seus matizes, branco, areia, marrom, madrepérola, o verde pistache também me agrada, pois, traz a vibração do amarelo. Maquigem para os olhos com brilho acobreado, dourado, azul escuro, tipo azul safira. Brincos grandes nos estilo oriental, muitas pulseiras e anéis, além de tornozeleiras. Gosto de licores doces, como cassis, amora, chocolate, e outros... Hoje venho à aura de ciganos e "não ciganos", também me utilizo de cartas e outros oráculos para a orientação séria dos consulente a respeito dos vários aspectos de suas vidas. Atuo também na cura dos chakras através da canalização de energia, da vibração das cores, e dos cristais. Faço com muito amor e carinho, porém, o medium deve e tem a obrigação de ser honesto e correto em seu trabalho, pois, não gosto de mentiras e de desrespeitos. Todos os seres e todas as crenças devem ser respeitadas, então, não admito enganações. Gosto também de frutas secas como tâmaras, damascos, e uvas.

Gosto de ajudar a trazer o pão e o dinheiro para gerar o sustento das famílias, quando sinto que o médium trabalha de forma correta e séria. Gosto do dourado e de pedras variadas, admiro muito as safiras( em suas várias cores e vibrações curativas), e as de cor verde como esmeralda, jade(gosto muito), e turmalina, além do berilo. Gosto de jasmins, lírios da paz, amarilis, rosas e flores de lótus. Álias, gosto de flores em geral, são presentes que a natureza nos dá. Perfume de jasmim, sândalo, baunilha, mel, jacinto, aloés, e canela, café." Esta mensagem canalizada em 04 de abril de 2011, traz um pouco sobre essa moça maravilhosa e de extrema beleza, incansável trabalhadora da Luz, e que hoje também atua dinamicamente na cura planetária, visto seu amor pelos animais e plantas. Opchá minha Moça do Oriente. Que a sua Luz e seu Perfume de Jasmim estejam sempre aqui na Tenda de Sara. Que Alá, Deus Pai e Mãe e Santa Sara lhe iluminem a senda, e que possamos caminhar sempre juntas... Esta é uma pequena homenagem a esta mentora que esteve e continua sempre presente em minha vida e em minha caminhada, com todo amor e carinho.